António Carlos Cortez é além de poeta, ensaísta e professor de literatura portuguesa, investigador do Centro de Literatura de Expressão Portuguesa e Lusófona da Universidade de Lisboa (CLEPUL), consultor do Plano Nacional de Leitura, do Clube UNESCO para a Literatura em Portugal e crítico de poesia do Jornal de Letras e das revistas Colóquio/Letras e Relâmpago.
Foi o seu livro “A dor concreta”, que o levou a ganhar o Grande Prémio de Poesia Teixeira de Pascoaes da Associação Portuguesa de Escritores (APE) deste ano.
O prémio foi decidido, por unanimidade, por um júri constituído por Daniel Jonas, Isabel Cristina Mateus e pelo presidente da APE, José Manuel Mendes, destando a “a solidez de um percurso que, evoluindo, se reconfigura em cada momento, caminhando para um depuramento crescente da linguagem poética”.
O prémio destina-se a galardoar anualmente uma obra escrita em português por um autor nacional que seja publicada na íntegra e em primeira edição, assim como obras completas de poesia ou antologias poéticas de autor.




Gostei de saber.
Aprecio este nosso homem grande da literatura e já assisti a eventos onde ele incluiu os alunos.