Atividades no Hot Clube de 27 de Novembro a 1 de Dezembro 2018

Hot Clube – Praça da Alegria 48

Dia 27 de Novembro

JAM SESSION COM TOMÁS MARQUES

As jam session de 3ª feira contam com um músico convidado que lidera a sessão.
Em Novembro teremos o saxofnista Tomás Marques.

A sessão começa às 22h30, com um set do grupo residente, passando depois para jam aberta aos músicos que queiram participar.
Entrada livre.

Dia 28 de Novembro


UMBRELLA

Concerto integrado na serie “New Comers”, a partir das 22h30 (2º set às 00h). 5€ para não sócios, entrada gratuita para sócios.

Nazaré da Silva – voz; Maria Ceia – vibrafone; Angélica Alma-Ata – guitarra; Tom Maciel – piano; Bruno Oliveira – contrabaixo; Rogério Pitomba – bateria

UMBRELLA No tempo em que desejar ajudava muito, havia uma banda que cantava coisas importantes da vida e as coleccionava em rol: bilhetes de lotaria, brócolos, partituras manchadas de chocolate, passeios subaquáticos no leito do rio Sena, festas de aldeia, roses on raindrops, viagens espaciais, encontros no centro da terra e todo o tipo de Earth odditys…
Os UMBRELLA são um sexteto com uma arenga singular, temáticas inusitadas e uma paixão assolapada pelos tambores tradicionais portugueses.

NAZARÉ DA SILVA

Nasceu a 13 de Setembro de 1997, em Lisboa. Estudou jazz vocal na Escola de Jazz Luíz Villas Boas/ Hot Clube Portugal. Actualmente é estudante da licenciatura em jazz da Escola Superior de Música de Lisboa. Gravou o disco “Crime” com João Paulo Esteves da Silva e Samuel Dias.

A verdadeira história… Veio quando o mundo estava a precisar de uma mulher que coubesse nos poemas e, logicamente, dela se fazem trovas decisivas, com sombrinhas amarelas e partituras sujas de chocolate. Acredita que quando o vento sopra de feição, então de feição sopra o vento – e é isso!; já para não dizer que, se necessário, conta alegremente até 3.

MARIA CEIA Estudou teatro na escola superior de teatro e cinema de Lisboa, onde se distinguiu nas áreas da escrita criativa e improvisação a partir do movimento tendo aprofundado os seus conhecimentos no âmbito de formações nas companhias teatrais Invenciones Cosmicómicas em Lisboa e no Théâtre du Mouvement em Paris. Foi directora artística e pedagógica da Orquestra Tocá Rufar onde desenvolveu novos métodos de estudo para tambores tradicionais portugueses sendo ainda responsável pela criação de repertório contemporâneo para grupos de bombos. Estudou percussão clássica no Conservatório Metropolitano de Lisboa com o professor Marco Fernandes e concluiu o curso regular de vibrafone jazz na Escola de Jazz Luíz Villas Boas/ Hot Clube Portugal onde trabalhou com os professores Gonçalo Marques, Luís Cunha, Nuno Costa, Óscar Graça, entre outros.

A verdadeira história… Não tem história, é contadora de histórias.

TOM MACIEL É brasileiro natural de São Paulo. Nasceu em outubro de 1997 e desde cedo demonstrou interesse pela Música. Aos seis anos iniciou o estudo do piano mas foi somente aos dezoito, já em Lisboa, que o foco se tornou unicamente o estudo deste instrumento, tendo explorado ao longo desses anos guitarra, bateria e o canto nos mais diversos estilos musicais. Foi aluno da Escola de Jazz Luíz Villas Boas/ Hot Clube de Portugal, onde já teve aulas com Óscar Marcelino da Graça, Luis Cunha, André Santos, entre outros nomes do jazz português e actualmente estuda na Escola Superior de Música de Lisboa.

A verdadeira história… Imaginar que o Tom dá o tom é uma consideração vulgar e muito aquém desta história. Nada disso! O Tom dá o mot e o omt e é particularmente bom com o mto e o otm. Valeu-nos isso quando, em certa digressão, caímos do palco e ele nos içou com a esquerda enquanto tocava Bartók com a direita.

ANGÉLICA ALMA-ATA Nasceu no Cazaquistão, o país dos nómadas, das montanhas e dos planaltos, numa cidade onde se cruzam sete rios. A cidade chama-se Alma-Ata, que significa “avô das maçãs”. Estudou no colégio do Tchaikovskyi e na Escola de Jazz Luíz Villas Boas/ Hot Clube Portugal no curso de guitarra eléctrica jazz. Está, neste momento a gravar o seu primeiro álbum. Acredita em milagres.

A verdadeira história… Caiu de uma macieira no topo da cabeça de Newton e, enquanto o cientista se recompunha, permaneceu ao lado dele e contou-lhe histórias sobre o funcionamento do universo, inventadas de improviso e acompanhadas à guitarra – Newton acreditou! Para mais altos voos e auspiciosas aterragens, trabalhou num circo ambulante como mulher bala até ao dia em que, por acidente ou por milagre, fez a terra girar ao contrário.

BRUNO OLIVEIRA Nascido em Viseu, passou pelo Porto e vive em Lisboa desde 2001. Durante o curso superior trabalhou como cozinheiro, artista circense e monitor de desportos radicais. Após ter concluído a licenciatura na área do turismo, finalizado a sua tese em Hospitality Managment na University of Central Florida e ter trabalhado alguns anos na área, decidiu dar uma reviravolta na sua vida e dedicar-se às áreas da fotografia e música, a suas verdadeiras paixões. Estuda actualmente contrabaixo jazz no 3º ano da Escola de Jazz Luíz Villas Boas/ Hot Clube de Portugal.

A verdadeira história… Desempenhou o papel de Leão, somewhere over the rainbow e ganhou coragem. Se o feiticeiro de Oz espreita, segue transportando pianos e vibrafones cima-abaixo-estrada-de- tijolos-amarelos, sem pressa. Nas horas cegas faz-se melhor-contrabaixista-do-mundo-a-toda- a brida e jorra música. A Nazaré diz dele: pode ter medo de voar mas quando voa, voa!; e o arco-íris concorda.

ROGÉRIO PITOMBA Baterista brasileiro, actualmente residente em Lisboa, é conhecido pela sua versatilidade musical. Em 2013 lançou o CD instrumental “Até o caroço”, seguido de um DVD ao vivo, ambos com músicas originais. O seu último trabalho chama -se “Cacho maduro”, é fruto do amadurecimento musical do baterista e contém um som marcante e peculiar, com músicas originais e distingue-se pela mistura de diversos ritmos como o baião, afoxé, frevo e tudo isso de uma forma “jazzzística”. Venceu vários prémios como baterista, designadamente o 1º lugar no Batuka Brasil 2013, o maior festival de bateria do Brasil e, recentemente, o 1º lugar no 8º Festival de Percussão e Bateria de Lavra em Portugal. Rogério Pitomba já acompanhou vários artistas de renome como Roberto Menescal, Joyce Moreno, Ná Ozzeti, Chico César, Pepeu Gomez, Leila Pinheiro, Valéria Oliveira e Velha Guarda da Portela, Daúde, Mitchel Player, Mark Rapp, Gabriel Grossi, Ana Gomes, Mili Vizcaíno Jaén, entre outros.

A verdadeira história… Se há dias que não soam, há noites que choram até adormecer. Se há sois que nascem para o silêncio da madrugada, há noites que fervem ao som dos tambores. O Rogério é “dessi jeito”. Fruto preferido: pitomba.

Dias 29 de Novembro a 1 de Dezembro

GONÇALO MARQUES QUARTET

Concerto a partir das 22h30 (2º set às 00h). 10€ para não sócios, entrada gratuita para sócios.

Gonçalo Marques – trompete; Jacob Sacks – piano; Masa Kamaguchi – contrabaixo; Jeff Williams – bateria

Gonçalo Marques Quartet

“Para o seu mais recente grupo o trompetista Gonçalo Marques convidou alguns dos seus músicos favoritos: Jacob Sacks (piano), Masa Kamaguchi (contrabaixo) e Jeff Williams  (bateria). A música que será tocada será essencialmente música do trompetista mas haverá espaço para um ou outro clássico do Jazz e também para alguma improvisação livre. Espera-se um Jazz moderno, idiossincrático, balizado fortemente no “estar no momento”,  mas também,  numa sólida preparação. “

Gonçalo Marques  https://goncalosmarques.bandcamp.com/album/can-o-do-homem-simples

Começou por estudar trompete na escola do Hot Clube de Portugal com João Moreira. Em 2001 é escohido para representar a escola no encontro internacional de escolas de Jazz organizado pela IASJ em no Berklee College of Music de Boston e é lhe atribuída uma bolsa de estudo para esta universidade. Em Boston tem a oportunidade de estudar com Tiger Okoshi, Hal Crook, Dave Santoro, Bill Pierce, EdTomassi e principalmente com John McNeill do New England Conservatory. Licencia-se em Março de 2005 e regressa a Portugal no final desse ano. Actualmente é um participante activo no meio musical português, actua regularmente com a Big Band do Hot Clube e com a orquestra Lume. Toca com os seu próprios grupos,  é responsável por uma Jam Session regular no café Tati e é o programador das quartas-feiras de Jazz do mesmo espaço. Já teve oportunidade de tocar com músicos como Demian Cabaud, Bruno Pedroso, André Sousa Machado, André Fernandes, Bernardo Moreira, André Matos, Pedro Moreira, Bruno Santos, Afonso Pais, Jeff Williams, Bill McHenry, Jacob Sacks, Guillermo Klein,  entre muitos outros.A sua experiência lectiva é vasta, neste momento é professor na Escola Superior de Música,  na Escola do Hot Clube e está também muito envolvido no ensino do Jazz aos mais novos: é o responsável pelo atelier de Jazz do Hot Clube (um curso especialmente dedicado a jovens dos 10 aos 15 anos) foi também o responsável pelo programa Jam da Gulbenkian (sessões regulares de divulgação do Jazz nas escolas), é o director pedagógico do programa “Férias com Jazz” do Centro Cultural de Belém e tem feito sessões de introdução ao Jazz integradas no festival de Jazz do Seixal. Tem realizado inúmeros workshops em Portugal, em 2011 foi um dos formadores do workshop de verão do St. Luis College of Music de Roma e em 2016 esteve em Sapporo no International Youth Jazz Camp.

Da sua discografia como líder constam os Cds “da vida e da morte dos animais“ gravado em 2010 para a editora TOAP, o “Cabeça de Nuvem só tem Coração”  e mais recentemente o “Canção do Homem Simples”, ambos gravados para a editora Robalo que criou com Demian Cabaud . Prepara neste momento novos Cds com diversos grupos.

Jacob Sacks      http://www.jacobsacks.com/

Jacob Sacks é um dos pianistas mais criativos da cena jazzística nova-iorquina comtemporanea. A sua forte voz individual tem-se fazido ouvir nos mais variados contextos, desde o Jazz mais Mainstream da MIngus Big Band, aos ambientes abertos do septeto de Paul Motian passando também pelas “vamps” do David Binney.

Tendo nascido e vivido no estado de Michigan, Jacob recebeu a distinção “Presidential Scholar In The Arts” em 1985 antes de se mudar para Nova Iorque para estudar com Garry Dial na Manhattan School Of Music. Após a graduação em 1998, Jacob foi finalista do Concurso Internacional de Piano de Jazz de Thelonious Monk de 1999. Nos últimos 12 anos, Jacob tocou em  diversos grupos, gravou vários álbuns e fez por diversas vezes extensas digressões pelos Estados Unidos, Europa e Canadá. Já tocou com músicos como Clark Terry, Joe Maneri, Terumasa Hino, Charles Gayle, Eddie Henderson, Christian McBride, Brian Blade, Tony Malaby, Jacob Garchik, Ben Gerstein, Ohad Talmor, Chris Potter, Mark Turner, Ben Monder, Adam Rogers, Kenny Wollesen, Gene Jackson e Matt Wilson. Alguns dos seus projectos atuais incluem um duo com a cantora Yoon Sun Choi, com quem Jacob recentemente lançou um álbum de música de Joe Raposo; o quarteto “Two Miles A Day” co-liderou com o baixista Eivind Opsvik, com o violista Mat Maneri e o baterista Paul Motian; e um trio com o baterista Dan Weiss e o baixista Thomas Morgan. Mais recentemente ainda lançou o disco “Fishes” na editora portuguesa CleanFeed, cimentando uma relação do longa data com alguns dos músicos de Jazz deste país

Masa Kamaguchi

Masatochi “Masa” Kamaguchi começa a tocar baixo elétrico aos 14 anos, influenciado por Jaco Pastorius. Em 1985 muda-se para Tóquio para estudar engenharia na Universidade de Hōsei, começa também a estudar contrabaixo e tem aulas particulares com Yoshio Ikeda, um estudante de Gary Peacock. Em 1990 resolve continuar os seus estudos na Berklee College of Music, onde tem aulas com Joe Hunt. Durante esse período, Kamaguchi toca com músicos como George Garzone, Bert Seager, Hal Crook, Herb Pomeroy e Frank Carlberg e ao mesmo tempo faz inúmeras digressões na Europa. Em 1994, muda-se para Nova York, on e trabalha com Frank Kimbrough, Sonny Simmons, Ben Monder, David Murray, Toots Thielemans, Tony Malaby e Charles Gayle. Nos anos 90 Kamaguchi toca com os grupos Natural (de Jimmy Weinstein),  Coincidence, John O’Gallagher Trio, NAM (com Ahmed Abdullah, Alex Harding, Jimmy Weinstein) e Roberta Piket Trio. Em 2006 muda-se para Barcelona e toca a partir de então com músicos americanos e europeus como Vinnie Sperrazza, Jacob Sacks e Perico Sambeat, integrando em 2016 integrou o trio / quarteto de Russ Lossing.

Jeff Williams      http://www.willfulmusic.com/

Jeff Williams nasceu em Oberlin no Ohio e começa a tocar bateria aos oito anos. Sendo no início autodidata, a coleção de gravações de jazz de seus pais serve-lhe de guia, e começa a dar concertos com profissionais locais aos catorze anos. A mãe de Jeff, a cantora de Jazz Ann Williams, muda-se com ele para Nova York quando ele tinha nove anos, apresentando-o a vários músicos que seriam os seus primeiros mentores, incluindo os bateristas Jo Jones, Herb Lovelle, Elvin Jones e Oliver Jackson.

Em 1968, Jeff ingressa na Berklee College of Music e estuda bateria com Alan Dawson. Em 1971 volta para Nova York e logo se familiariza com Dave Liebman e Richie Beirach, com quem formaria o grupo Lookout Farm. Em 1972, Jeff junta-se a Stan Getz para uma estadia de dois anos em grupos que incluiram Dave Holland no baixo e os pianistas Hal Galper, Beirach e Albert Daily. Toca no Half Note com Lee Konitz no mesmo ano, iniciando uma associação que continuaria por várias décadas. Jeff também grava Friends (Oblivion) ​​em 1972 com Marc Cohen (agora Copland), John Abercrombie e Clint Houston. Após a gravação do Lookout Farm (ECM) em 1973, Jeff faz digressões pela Europa, Ásia e Estados Unidos. Durante o resto dos anos 70, Jeff foi freelancer em Nova York, acompanhando artistas como Joe Farrell, Frank Foster, Nick Brignola, Billy Mitchell e George Coleman, além de atuar em grupos liderados por Arnie Lawrence, Ted Curson, Richard Sussman e Albert Daily, e de liderar uma banda que incluiu John Scofield.

Depois de um hiato de um ano no Maine, Jeff muda-se para Boston em 1981 retoma o estudo com Alan Dawson e acompanha músicos como Cedar Walton, Lee Konitz, Milt Hinton, o saxofonista Bill Evans, John Scofield e Miroslav Vitous. De 83 a 86, Jeff faz parte e grava com o quarteto de Jerry Bergonzi, “Con Brio”. Outros grupos e músicos com quem toca e faz digressões nessa década incluiem o trio Interplay com Peter Madsen e Anthony Cox, Sakurako Ogyu, Marc Johnson, Michel Petrucciani, Art Farmer / Clifford Jordan, Randy Brecker / John Abercrombie e Quarteto de Cecil McBee. Em 1988, Jeff toca com Stan Getz, junto com a seção rítmica Interplay, com Kenny Barron substituindo Madsen. Em 1990, Jeff faz uma residência no Bar Room 432, em Nova York, liderando um trio com Ben Monder e Scott Colley por vezes também com Dave Liebman e Joe Lovano.

A primeira gravação de uma composição de Jeff Williams foi no disco Lonely Woman (Mapleshade de Frank Kimbrough em 1989. Entretanto Jeff começa a escrever para seus próprios grupos em meados dos anos 80, gravando Quarteto (inédito) em 89 com Patrick Zimmerli, Kevin Hays e Scott Colley. Ampliado para quinteto em 1991, com a adição de Tim Ries, e a substituição de Colley por Doug Weiss, o grupo lança duas gravações, ambas inteiramente compostas de composições originais: Coalescence (SteepleChase) em 1992 e Jazzblues (Cathexis) em 1999. Outras atividades de Jeff durante os anos 90 incluíram aparições nos EUA, Europa, Brasil e Argentina, bem como várias gravações, com Lee Konitz; uma digressão pela Europa com Joe Lovano, Tom Harrell e Anthony Cox; e várias digressões pela a Europa e pelos EUA com o sexteto da Universal Language de Lovano. Outros grupos com quem toca nesta altura incluiem os Circadian Rhythms, com Tony Malaby e Michael Formanek, e o grupo que forma com Bill McHenry, Ethan Iverson e Reid Anderson, posteriormente gravado como “Live At Smalls” (Fresh Sound / New Talent) em 2000. 2001 encntra Jeff em digressão pela Europa com Paul Bley e em 2005 grava “Sonic Pressure” de Bill McHenry ( Fresh Sound / New Talent).

Na última década, Jeff divide seu tempo entre Nova York e Londres, faz tours pelo Reino Unido com Bill McHenry (2005), Lee Konitz (2006) e Dave Liebman (numm quarteto co-liderado pelo guitarrista britânico Phil Robson – 2008-09). Outros múiscos com quem se apresenta nesta altura incluem o saxofonista Martin Speake, o pianista Bobo Stenson, Nikki Iles, ensemble de Hans Koller (com os solistas convidados Kenny Wheeler, Bob Brookmeyer e Evan Parker), Christine Tobin, Bobby Wellins, Julian Arguelles, Ingrid Laubrock, Barry Green, Julian Siegel, Norma Winstone, Kit Downes, Olie Brice, Alex Merritt, Mike Fletcher e Alex Bonney.

Gravações recentes de Jeff incluem Richard Sussman Continuum, com Randy Brecker e Jerry Bergonzi (Origem), Hans Koller com Bill Frisell Cry Want (psi), Martin Speake Live At Riverhouse (Pumpkin) e Always a First Time (Abóbora), Nikki Iles Hush ( Basho), Mike Gibbs Twelve plays Gil Evans, Lee Konitz, Dan Tepfer, Michael Janisch, Jeff Williams First Encounter (Whirlwind Recordings) e Jeff Williams Another Time e The Listener (Whirlwind Recordings) com o quarteto de Jeff de Nova York composto por Duane Eubanks, John O’Gallagher e John Hébert. Em 2016 grava Outlier, o terceiro discode Jeff para a editora Whirlwind. O álbum conta Josh Arocoleo, Phil Robson, Kit Downes e Sam Lasserson.

Além das suas aulas particulares, Jeff deu master classes,  e aulas individuais e em grupo na The New School, na Long Island University, na University of Connecticut e no Maine Jazz Camp. No Reino Unido, atualmente leciona na Royal Academy Of Music e no Birmingham Conservatoire.

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