CARLOS REIS – SIR HUMPHREY – Histórias de Portugal

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Nome completo: João Manuel Pacheco Machado

2 comments

  1. Carlos Leça da Veiga

    Não é que 2011 para cá tenha havido progresso digno dos maiores festejos mas, agora, apesar de tudo – haja alguma satisfação – já é possível, admitir-se que os herdeiros do antigamente não voltem a ter qualquer possibilidade de voltar ao executivo nacional.. Assim, apesar de tudo, não posso aceitar falar-se desta nesga territorial justa Atlântica como “espécie” de País? Quem é que compreendeu e soube dar toda a sua força aquele inesquecível passado mês de Abril ? Afinal, o Povo deixa-se, ou não, enganar? O Povo se sabe o que quer – o Senhor é que escreve – não pode ser assim tão pindérico ? Havendo tantos que vivem agarrados às rédeas do poder e que, dentre outras, merecem essa classificação para quê dispensá-los da exclusividade de serem, muito justamente, os mal tratados?CLV

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  2. Carlos Reis

    Meu caro Carlos Leça da Veiga
    Constatoo que não deixa de ter alguma razão.
    Este texto foi escrito em 2011, numa época razoavelmente negra e deprimente, em que o chamado povo votava na Direita em grande estilo, feliz e contente.
    Mas também eu recordo com saudade a adesão imediata dos portugueses ao 25 de Abril e ao primeiro 1º de Maio. De resto a minha ideia inicial foi comparar o tipo e os tiques da britânica personagem ao nosso querido e caseiro Marcelo – o mais veio por arrasto. Devo reconhecer (mesmo por entre alguma por vezes incontida mágoa, tristeza e desilusão) que as coisas estarão melhores do que antes – embora ainda algo piores do que poderiam estar. Houve uma evolução política nestes últimos tempos.
    Quanto aos das “rédeas do poder” não os costumo poupar, como decerto já tem constatado. E são de facto as rédeas do poder (que controlam a informação, a televisão, os media em geral, eu sei) que contribuem para a perigosa ignorância dos povos.
    Afinal também o Eça de Queiroz, o Mário Henriques Leiria ou o Alexandre O’Neil entre outros, zurziam nos comportamentos pindéricos e provincianos de alguma classe dita média. A ironia não é maledicência, é isso mesmo (ou tenta ser): ironia.
    Carlos Reis

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