TEATRO “A BARRACA” – “1936 – O ANO DA MORTE DE RICARDO REIS”, a partir de JOSÉ SARAMAGO, e ENCONTRO IMAGINÁRIO com ANTERO QUENTAL, KIRK DOUGLAS e LOUELLA PARSONS

40. NEWSLETTER JULHO 2020                                                                            WWW.ABARRACA.COM

 

Debates entre personagens marcantes da
HISTÓRIA UNIVERSAL

PARTICIPAÇÃO DA SOCIEDADE CIVIL

 

Devido à lotação reduzida e a obrigatoriedade de lugares marcados na sala, para cumprimento das regras de distanciamento físico, os bilhetes devem ser levantados até às 21h00.
(Válido para duas pessoas)  em cumprimento da legislação em vigor, obrigatório o uso de máscara

 

 

Antero Tarquínio de Quental (Ponta Delgada, 18 de abril de 1842 — Ponta Delgada, 11 de setembro de 1891) foi um escritor e poeta português do século XIX que teve um papel importante no movimento da Geração de 70. Durante a sua vida, Antero de Quental dedicou-se à poesia, à filosofia e à política. Esteve em Coimbra aos 16 anos, ali estudando Direito e manifestando as primeiras ideias socialistas. Ainda em 1866 mudou-se para Lisboa, onde experimentou a vida de operário, trabalhando como tipógrafo, profissão que exerceu também em Paris. Foi um dos fundadores do Partido Socialista Português. Em 1869, fundou o jornal A República, com Oliveira Martins.. Cometeu suicídio no dia 11 de setembro de 1891, com dois tiros, num banco de jardim. Interpretação de Guilherme D’Oliveira Martins, Fundação Gulbenkian

Kirk Douglas (nascido Issur Danielovitch Demsky; Amsterdam, 9 de dezembro de 1916 — Beverly Hills, 5 de fevereiro de 2020) foi um ator, cineasta e autor norte-americano. Ele foi uma das últimas estrelas vivas da Era de Ouro do Cinema Americano., Fez uma carreira de dezenas de anos no cinema, e fez o épico clássico Spartacus, no qual também foi o produtor. A direção ficou com Stanley Kubrick depois que Douglas demitiu o veterano Anthony Mann, que já havia realizado metade das filmagens. Discursou  em agradecimento pelo Oscar, a estatueta em honra à sua obra cinematográfica que recebeu das mãos de Steven Spielberg. Interpretação do jornalista Ferreira Fernandes

Louella Parsons (Freeport, 6 de agosto de 1881 – Santa Mônica, 9 de dezembro de 1972), foi uma escritora, roteirista e colunista social e de fofocas, considerada a primeira colunista sobre cinema de Hollywood. Foi contratada por William Randolph Hearst e passou a escrever suas colunas que eram distribuídas para cerca de 400 jornais em todo o mundo, lidas por um público de 20 milhões, sendo considerada a Rainha de Hollywood durante muitos anos. Lutou pela eliminação do filme Cidadão Kane em 1941. Pela sua importância no cinema, recebeu um Globo de Ouro Especial por Mérito Jornalístico; além disto possui duas estrelas na Calçada da Fama de Hollywood: uma por sua participação no rádio, outra nos filmes. Interpretação da actriz Maria do Céu Guerra

1936, o Ano da Morte de Ricardo Reis a partir do romance de José Saramago, um espectáculo de Hélder Mateus da Costa.

em julho, dias 10, 11 e 12

10, sexta-feira às 21h30 | 11, sábado às 21h30 | 12, domingo às 17h00

Este belo e profundo romance convida a uma reflexão dramatúrgica muito entusiasmante.
Começa pela invenção do encontro entre Fernando Pessoa já falecido e o heterónimo Ricardo Reis, com casos reais de sexo e paixão, também de ambiente surdo, falso e pesado, e porque fala com humor da relação criador / “obra / figura/personagem”.
Além disso, define como protagonista principal da obra, o ANO em que a trama se desenvolve.
E que ANO!!??
1936! Alguns dados…Comemoração dos 10 anos do golpe militar de 28 de Maio de 1926 que foi o pontapé de saída para o início do fascismo, especialização da polícia política com o apoio da Gestapo, fundação da Mocidade Portuguesa, Legião Portuguesa e campo de concentração do Tarrafal… Mussolini invade a Etiópia com o silêncio cúmplice das casas Reais Europeias, Hitler intensifica o ataque aos judeus, começo da guerra civil de Espanha…
Nos tempos de hoje, de frágil memória, menoridade cívica e ética, fundamentalismos, militarismos, imperialismo financeiro gerando miséria e horror Universais, renascendo a tenebrosa fénix nazi-fascista, aqui está uma obra que demonstra que as convulsões sociais nunca – infelizmente – , passaram a “coisa” datada e de dispensável interesse arqueológico.
Hélder Mateus da Costa

Ficha Artística e Técnica

Dramaturgia e Encenação: Hélder Mateus da Costa

Elenco

Adérito Lopes, Rita Soares, João Maria Pinto, Ruben Garcia, Samuel Moura, Sérgio Moras, Sónia Barradas

Cenografia: A Barraca

Autoria de Vídeo: Paulo Vargues

Operação de Vídeo: Ruben Esteves

Operação de Luz: Ruben Esteves

Operação de Som: Juris Marnavskis

Design Gráfico e Fotografia de Cartaz: Arnaldo Costeira

Fotografia: Luis Rocha – MEF

LOTAÇÃO LIMITADA E USO DE MÁSCARA OBRIGATÓRIO

Informações e reservas:

barraca@mail.telepac.pt

Telefone: 213 965 360 | 213 965 275 | 913 341 683 | 968 792 495

Contactos:

Leave a Reply