CTA – 37.º FESTIVAL DE ALMADA – HOJE, DIA 16: DIA DE ESTREIA para A COMUNA e a ACTA, no FÓRUM MUNICIPAL ROMEU CORREIA e no CINE-TEATRO da ACADEMIA ALMADENSE

Luís Vicente em Instruções para abolir o Natal, de Michael Mackenzie, com encenação de Isabel dos Santos, pela ACTA.

 

Dia 16

 

Dia de estreia para a Comuna e para a ACTA

 

Dia 16 é dia de estreia para duas companhias portuguesas: A Comuna – Teatro de pesquisa, estreia, às 21h30, no Auditório Fernando Lopes-Graça, do Fórum Municipal Romeu Correia, As artimanhas de Scapin, de Moliére, com encenação de João Mota; a ACTA – A Companhia de Teatro do Algarve, estreia também às 21h30, mas no Cine-Teatro da Academia Almadense, Instruções para abolir o Natal, de Michael Mackenzie, com encenação de Isabel dos Santos.

O Festival começa às 18h, na Esplanada do TMJB, com a conversa com Nuno Carinhas, encenador de Viagem de Inverno, da CTA. A moderação desta conversa é de Rita Martins.

Às 21h30, além das estreias da Comuna e da ACTA, também pode ver, na Sala Experimental do TMJB, Mártir, pela CTA, e no Salão de Festas da Incrível Almadense, Johan Padan a la descoverta de le Americhe, de Dario Fo.

Instruções para abolir o Natal (Cine-Teatro da Academia Almadense, dias 16, 17, 18 e 19, às 21h30; dia 19 também às 16h.) M/14 1h20

O encenador, cineasta e dramaturgo canadiano Michael Mackenzie estreou este texto em 2011, revisitando os processos e ondas de choque da chamada crise do subprime, advinda nos Estados Unidos em 2007 e chegada à Europa em 2008. Assim retratou um sistema económico global feito refém do sector financeiro – um universo impenetrável e desumanizado, dirigido a partir de reuniões à porta fechada nas quais se joga a vida de países com fundos de investimento de risco. O texto viria a conhecer uma nova versão, numa narrativa agora contextualizada pela incerteza das consequências do Brexit. «Espero que esta peça vos proporcione um vislumbre, por mais pequeno que seja, do mecanismo obscuro e frágil da máquina do sistema económico mundial, através destas duas personagens apanhadas no turbilhão do seu colapso e na implosão das suas próprias vidas», escreveu o autor. Vidas que nesta nova versão são expostas enquanto emanações de uma humanidade deformada, marcadas pela sociopatia e pela disfuncionalidade (de contornos trágicos) dos laços de sangue, numa evocação dos grandes mitos clássicos da Antiguidade.

DE Michael Mackenzie ENCENAÇÃO Isabel dos Santos TRADUÇÃO Isabel dos Santos e Sara Mendes Vicente CENOGRAFIA Jean-Guy Lecat DESENHO E OPERAÇÃO DE LUZ Octávio Oliveira DESENHO E OPERAÇÃO DE SOM Diogo Aleixo INTERPRETAÇÃO Luís Vicente e Sara Mendes Vicente PRODUÇÃO EXECUTIVA Márcia Martinho

(ACTA – A Companhia de Teatro do Algarve)

As artimanhas de Scapin (Auditório Fernando Lopes-Graça do Fórum Municipal Romeu Correia, dias 16 e 17, às 21h30; dia 18, às 18h; e dia 19, às 15h, e às 21h30) M/12 1h30

Eis uma das mais conhecidas comédias de Molière (1622-1673), peça em prosa e em três actos, representada pela primeira vez em Paris em 1671. Fortemente marcada pelo espírito e feição popular e expressionista da commedia dell’arte, tem por base o enredo de Formião, uma peça da Antiguidade clássica da autoria do poeta Terêncio (representada pela primeira em 161 a.C). Inicialmente criticada pela sua estética, julgada demasiado popular e até mesmo ofensiva, esta comédia viria a granjear enorme popularidade depois da morte do seu autor, tornando-se uma das peças mais representadas do repertório teatral francês. O espectáculo, encenado por João Mota usa a tradução de 1962 do poeta brasileiro Carlos Drummond de Andrade (1902-1987).

DE Molière TRADUÇÃO Carlos Drummond de Andrade ENCENAÇÃO João Mota ESPAÇO CÉNICO João Mota DESENHO DE LUZ Paulo Graça INTERPRETAÇÃO
Carlos Paulo, Daniela Santos, Gonçalo Botelho, Hugo Franco, Igor Sampaio, Marco Paiva, Miguel Sermão, Patrícia Fonseca e Rogério Vale PRODUÇÃO Carlos Bernardo e Rosário Silva.

(Comuna – Teatro de pesquisa)

Todas as informações em ctalmada.pt

Miguel Martins

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