CTA – 37.º FESTIVAL DE ALMADA – DA COMÉDIA À TRAGÉDIA, EM VÁRIAS LÍNGUAS

Dia 18

 

Da comédia à tragédia a várias línguas, no Festival de Almada.

 

No sábado, dia 18, o Festival começa às 15h, na Incrível Almadense, com Johan Padan a la descoverta de le Americhe. Uma comédia criada por Dario Fo. Espectáculo falado em Gramelot (dialecto inventado por Dario Fo, que mistura o italiano antigo da Lombardia e de Veneza com o catalão, o castelhano, o provençal, o português e o árabe) e legendado em português

Às 16h, Mártir, de Marius von Mayenburg, com encenação de Rodrigo Francisco, pela CTA, na Sala Experimental do TMJB.

Às 18h, As artimanhas de Scapin, Uma comédia de Molière, com encenação de João Mota, pela Comuna. Uma das estreias do Festival de Almada que pode ver no Fórum Romeu Correia.

Às 21h, Future Lovers, de Celso Giménez, pela companhia La Tristura, de Madrid, na Sala Principal do TMJB. O espectáculo é falado em castelhano e legendado em português.

Às 21h30, outro espectáculo que estreou no Festival de Almada: Instruções para abolir o Natal, de Michael Mackenzie, com encenação de Isabel dos Santos, pela ACTA – A Companhia de Teatro do Algarve, que está em cena no Cine-Teatro da Academia Almadense.

As artimanhas de Scapin (Auditório Fernando Lopes-Graça do Fórum Municipal Romeu Correia, dias 16 e 17, às 21h30; dia 18, às 18h; e dia 19, às 15h, e às 21h30) M/12 1h30

Eis uma das mais conhecidas comédias de Molière (1622-1673), peça em prosa e em três actos, representada pela primeira vez em Paris em 1671. Fortemente marcada pelo espírito e feição popular e expressionista da commedia dell’arte, tem por base o enredo de Formião, uma peça da Antiguidade clássica da autoria do poeta Terêncio (representada pela primeira em 161 a.C). Inicialmente criticada pela sua estética, julgada demasiado popular e até mesmo ofensiva, esta comédia viria a granjear enorme popularidade depois da morte do seu autor, tornando-se uma das peças mais representadas do repertório teatral francês. O espectáculo, encenado por João Mota usa a tradução de 1962 do poeta brasileiro Carlos Drummond de Andrade (1902-1987).

DE Molière TRADUÇÃO Carlos Drummond de Andrade ENCENAÇÃO João Mota ESPAÇO CÉNICO João Mota DESENHO DE LUZ Paulo Graça INTERPRETAÇÃO
Carlos PauloDaniela SantosGonçalo BotelhoHugo FrancoIgor SampaioMarco PaivaMiguel SermãoPatrícia Fonseca e Rogério Vale PRODUÇÃO Carlos BernardoRosário Silva.

(Comuna – Teatro de pesquisa)

Todas as informações em ctalmada.pt

 

Miguel Martins

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