Francamente não sei o que dizer.
Se calhar não estou habituado a críticas (também, quem é que me lê?) e fiquei perturbado, duvidoso da minha perspicácia…
O meu ego foi-se abaixo. Pensava ter rescrito uma história de amor inspirado em Shakespeare – com a diferença de que esta podia acabar bem, como as histórias para crianças, alguns dos nossos antigos romances de cordel ou aquelas que os ceguinhos distribuíam nos mercados antigamente, hélas!
Faltou-me a perspicácia, a experiência política desta minha crítica Helena Rato, coisas próprias de uma imaturidade política, de uma precipitação lamentável ainda que bem intencionada, para que tudo acabasse bem e eles fossem felizes para sempre.
Bem intencionada, sabe porquê, Helena Rato? Porque no meio desta minha brincadeira (sim, era uma brincadeira, uma ironia, uma simples e engendrada história, sem consequências ou quaisquer ofensas) no meio deste meu riso, lá fui deixando uma opinião realmente política. O riso e a ironia também podem ser políticos.
Porque eu respeito o João Ferreira, sabia? – homem inteligente, lúcido, sem chavões políticos e que depreendo honesto. Respeito e acredito na Marisa Matias (aposto que a Helena, nem por isso) e respeito e acredito na Ana Gomes (aposto que a Helena, não) além de pensar que esta reúne mais condições sozinha que esta miscelânea de uma data de pretendentes ao reino – alguns deles a lutarem pelo 2º lugar, exaustos, sem esperança e a fingir que pretendem ser presidentes.
Isso é que me parece (sempre me pareceu de tristes experiências anteriores) falta de perspicácia, nenhuma renovação na mesma continuidade e teimosia incompreensível do Partido. Há outras opiniões, tem de o aceitar.
Lembro-me de quando tivemos todos de votar no Mário Soares, há muitos anos, para evitar o pior! Um sofrimento, uma dor inaudita, um horror completo, não foi?
Mas evitámos o pior.
Lamentável Carlos,
esperava mais perspicácia da sua parte.
Francamente não sei o que dizer.
Se calhar não estou habituado a críticas (também, quem é que me lê?) e fiquei perturbado, duvidoso da minha perspicácia…
O meu ego foi-se abaixo. Pensava ter rescrito uma história de amor inspirado em Shakespeare – com a diferença de que esta podia acabar bem, como as histórias para crianças, alguns dos nossos antigos romances de cordel ou aquelas que os ceguinhos distribuíam nos mercados antigamente, hélas!
Faltou-me a perspicácia, a experiência política desta minha crítica Helena Rato, coisas próprias de uma imaturidade política, de uma precipitação lamentável ainda que bem intencionada, para que tudo acabasse bem e eles fossem felizes para sempre.
Bem intencionada, sabe porquê, Helena Rato? Porque no meio desta minha brincadeira (sim, era uma brincadeira, uma ironia, uma simples e engendrada história, sem consequências ou quaisquer ofensas) no meio deste meu riso, lá fui deixando uma opinião realmente política. O riso e a ironia também podem ser políticos.
Porque eu respeito o João Ferreira, sabia? – homem inteligente, lúcido, sem chavões políticos e que depreendo honesto. Respeito e acredito na Marisa Matias (aposto que a Helena, nem por isso) e respeito e acredito na Ana Gomes (aposto que a Helena, não) além de pensar que esta reúne mais condições sozinha que esta miscelânea de uma data de pretendentes ao reino – alguns deles a lutarem pelo 2º lugar, exaustos, sem esperança e a fingir que pretendem ser presidentes.
Isso é que me parece (sempre me pareceu de tristes experiências anteriores) falta de perspicácia, nenhuma renovação na mesma continuidade e teimosia incompreensível do Partido. Há outras opiniões, tem de o aceitar.
Lembro-me de quando tivemos todos de votar no Mário Soares, há muitos anos, para evitar o pior! Um sofrimento, uma dor inaudita, um horror completo, não foi?
Mas evitámos o pior.
Carlos Reis