FRATERNIZAR – Com as variantes da Covid-19 a ‘fintar’ os cientistas – VACINAR-NOS OU CUIDARMOS DA TERRA? – por MÁRIO DE OLIVEIRA

 

Como sabem, ao chegar à idade da reforma como jornalista – o Presbítero ordenado que sou desde 5 de agosto 1962 não conhece reforma – decido abandonar S. Pedro da Cova onde vivo e intervenho, incansavelmente, durante 18 anos, e vir viver numa casinha arrendada, em Macieira da Lixa, Rua Alto da Paixão, 298. Um espaço que, até então, era um anexo da casa do Casal José Maia e Huguette Maia. Ele paraplégico, ela cidadã francesa. Para aqui poder viver, o meu amigo José Maia faz acoplar às duas salas já existentes uma cozinha, onde, desde então, confecciono as minhas refeições diárias. Uma das salas faz de quarto e a outra é para a minha actividade presbiteral e profissional onde se inclui também o acolhimento de pessoas que vêm presencialmente por mim.

Tudo isto para dizer que vivo numa aldeia limpa de poluição, a dois minutos das matas, onde abundam pinheiros, eucaliptos, sobreiros, carvalhos e castanheiros. Para lá da muita água que corre dia e noite nas levadas e antigamente fazia mover moinhos, hoje abandonados, e que continua a regar alguns campos da freguesia, onde crescem vinhas e mais vinhas, quase todas cientificamente geridas pela Adega Vinhos Borges, cujas instalações, de tão gigantescas, quase ‘comem’ a residência paroquial e respectiva igreja, cujo pároco, mais clérigo ordenado e sacerdote do que Presbítero com o ADN de Evangelizar, está quase sempre ausente, pois é o ‘patrão’ de mais três paróquias!

Perguntar-se-ão, Mas a que propósito vem tudo isto, quando o título principal do Texto é, Vacinar-nos ou Cuidarmos da Terra? Faço-o, para melhor poderem perceber porque é que eu, entre vacinar-nos e Cuidar da Terra, escolho Cuidar da Terra e não vacinar-me. Felizmente, esta é uma daquelas decisões que cabe a cada uma, cada um de nós. De modo que, quando um destes dias me chamam, via tlm, para ser vacinado, eu dou uma sonora gargalhada e pergunto, Há alguma penalização, se eu recusar vacinar-me, uma vez que vivo no meio da natureza, faço a caminhada diária de 45m, quase sempre por entre as árvores, confecciono as minhas refeições sempre frescas, nas quais não entra nenhuma espécie de carne, nem produtos com glúten e a minha mente vive fortemente blindada de dentro para fora à Covid-19?!

A funcionária do Centro de Saúde da Lixa que me conhece bem, também riu e diz-me, Não, não há qualquer penalização, embora a orientação da DGS e do SNS vá toda no sentido de que é melhor ser vacinado. Apenas o seu nome passa para o fim da lista. A resposta dela é exactamente a que eu esperava ouvir. E, cada dia que passa, reforço mais a minha convicção de que é muito mais importante cuidarmos da saúde da Terra do que sermos vacinados e continuarmos a descuidar-nos da Terra. Pela minha parte, faço tudo para cuidar da Terra e por ser, entre e com os meus vizinhos, amigos e conhecidos, elas e eles, um vivo exemplo de qualidade de vida. O que mais me dói é ver que a DGS e o SNS vivem há mais de um ano a massacrar-nos ao minuto com o tema vacinas. E a juntar a todo este envenenado ruído que, se não somos mentes blindadas de dentro para fora, só por si, já nos arrasta para depressões, ainda há os sucessivos Estados de Emergência – vamos já no décimo quinto! – mais as leis do confinamento, que nos tratam a todas, todos como social e politicamente irresponsáveis. O que revela prepotência q.b.

O pior é que, no meio de todo este alarido, ninguém, absolutamente ninguém cuida da Terra. Nem sequer se fala dela. E, se se fala, são discursos e mais discursos, práticas alternativas, nenhumas. Aliás, as grandes potências mundiais com o que estão (pre)ocupadas é servir as grandes multinacionais, com destaque para as farmacêuticas e as fábricas de armamento. Tanto assim, que passam os dias a provocar-se umas às outras, ansiosas por guerras e mais guerras. Fazem-no sem que ninguém lhes vá à mão, porque têm com elas as três Religiões do Livro, cujo mítico deus é ‘o todo-poderoso’ e ‘o senhor dos exércitos’, mai-los respectivos seguidores formatados-fanatizados por elas. Aos quais se junta também a própria a ONU,com o respectivo secretário-geral, António Guterres, uma máquina falante. Pelo que a Terra bem pode continuar a girar à volta do Sol, que todas as preocupações deles vão inteiras para se perpetuarem no Poder, com leis e institucionais à medida dos seus perversos objectivos. Com a agravante de que todos os grandes media, em papel e digitais, mataram definitivamente o jornalismo e trabalham dia e noite, muitas vezes em directo, exclusivamente para eles, numa intoxicação mental e social nunca antes vista.

O problema é que, sem Cuidarmos a sério da saúde da Terra, não há vacinas que nos valham. Por isso, a minha decisão em relação às várias vacinas contra a Covid-19 está tomada: não aceito ser cobaia das grandes farmacêuticas que, a coberto de cuidarem da nossa saúde, vendem-nos overdoses de veneno sob a forma de vacinas, confeccionadas com produtos que, com o passar dos meses e dos anos, podem vir a alterar o nosso material genético de uma vez por todas. E para tão hediondo crime, à custa da saúde da Terra e da saúde dos múltiplos povos que a habitamos, não contem comigo!

 

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