SEIVA TRUPE – TEATRO LATINO – “ÉRAMOS TODAS AZUCENAS”, de ZINAIDA GAMBARO, com tradução e encenação de CASTRO GUEDES – ATÉ DOMINGO, 18 de JULHO – NO ESTÚDIO LATINO, Rua SÁ DA BANDEIRA, 108, PORTO

 

Os tempos de pandemia não têm sido nada fáceis para nenhum sector e em quase todos os aspectos da vida pessoal. Não vale a pena ignorá-lo, nem escondê-lo, que também à Seiva Trupe respeita, tocou. A chamada variante delta apanhou-nos de surpresa, a todos, e interferiu com muitos planos que tínhamos. Foi assim que também a carreira de “ÉRAMOS TODAS AZUCENAS” foi atingida, tendo tido dias em que foram mais as desmarcações do que novas marcações diárias (com legítimo medo das pessoas, apesar de, efectivamente, as Salas de Espectáculos, quando respeitem com rigor as medidas impostas e de lotação pequena ou média dimensão, sejam dos lugares mais seguros).
Quem tem visto aplaudiu e parece ter aderido, mas o público tem ficado aquém das expectativas que vínhamos tendo, neste  caso, como no sector em geral e como em muitos outros. Mesmo assim – e não tendo prevista a sua reposição para tão próximo – vimos lembrar-lhe que ainda pode ir ver no Teatro Sá da Bandeira, Estúdio Latino, às 19:00 em qualquer um dos dias até ao próximo domingo, inclusive.
E queremos dar-lhe desde já conta – confiantes de que o processo epidemiológico agora em expansão vá ser travado em menos de 3 semanas a um mês (quer com novas medidas, quer com a intensificação da vacinação) e começar a regredir – de que “O CRIME DE ALDEIA VELHA”, o texto de Bernardo Santareno com encenação de Júlio Cardoso e coproduzido com a Câmara Municipal de Matosinhos, vai estar em cena no Teatro Municipal de Matosinhos Constantino Nery entre 26 e 29 de Agosto.
Fora disto que é o mais imediato, aguardamos com serenidade e confiança pelo que se seguirá no capítulo da tão desejada, e possível, imunidade de grupo para prosseguir com a nossa programação já anunciada, nos termos em que foi feita e dentro do que for possível, como logo o dissemos.
Também neste outro combate, que a todos respeita, tem de imperar o bom-senso e o equilíbrio entre a defesa da saúde pública e a vida das pessoas (não apenas na economia, mas em tudo o que é humano). A Seiva Trupe estará atenta, responsavelmente e sem se deixar arrastar por qualquer uma das (ainda que compreensíveis) reacções de extremos: nem a vida pode parar, nem ainda pode ser a mesma como se não permanecesse um grave problema por resolver, mesmo que a ir sendo resolvido.
E contamos, sempre, consigo.

 

ÉRAMOS TODAS AZUCENAS.

No Teatro Sá da Bandeira- Estúdio Latino-Porto , 09 a 18 de Julho todos os dias ininterruptamente, às 19h, com Sandra Salomé, encenação de Castro Guedes do texto de Zinaida Gambaro.

Fotografias Paulo Pimenta

Bilheteira: https://ticketline.sapo.pt/…/eramos-todas-azucenas-55120

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