CARLOS REIS – REQUIEM TRISTE E MUSICAL

 

 

 

2 Comments

  1. Claro que podes, Carlos. Entretanto, apesar de, na minha opinião, os autores dos posts (para os leitores distraídos, recordo que o Carlos Reis é o autor do texto, e eu, João Machado, o autor do post) deverem procurar abster-se de comentar os conteúdos dos posts de que são responsáveis, logo a seguir à sua colocação, abro uma excepção para te pedir que notes o seguinte: falando de memória, de entre os bateristas que referiste, pelo menos o Art Blakey, Elvin Jones, Paul Motian e o Jimmy Cobb já apareceram em vários posts n’A Viagem dos Argonautas. Tenho quase a certeza que estou a esquecer outros.
    Terás muita razão quando referes o valor musical dos Beatles, mas, na minha humilde opinião, não se deve menosprezar a influência nos Rolling Stones de músicos como Muddy Waters, exemplo da dívida do rock and roll ao jazz.

    1. Tens razão quando referes essa influência nos Stones que os Muddy Watters possam ter tido. O vídeo de 1981 (https://www.youtube.com/watch?v=P3qfTk730Cw) que muitos de nós vimos, poderá atestá-lo. Mas também isso me dará “alguma razão” nas minhas considerações – musicalmente tendenciosas, como sempre. E naturalmente discutíveis.
      Os Muddy Watters nunca foram músicos das minha predilecção e tal como B.B. King nunca passaram dos blues guitarráveis e agudizados de 12 compassos e três acordes, repetidos à exaustão. Que me perdoem os admiradores do B.B. King, que cheguei a ver em Cascais, apoiado por dúzias de outros músicos e instrumentos. Entre eles uma guitarra de apoio.
      Atenção, há blues e blues. Se ouvirmos o Oscar Peterson ou o guitarrista Joe Pass, com ouvidos de ver, ou olhos de ouvir, imediatamente os Watters e o King desaparecem de cena, evaporam-se…
      Voltando aos bateristas, não esqueço que já muitos deles, de entre os que referi, apareceram em vários posts levados pala tua mão e bom gosto.
      A Música é um prazer sempre renovado.

      Carlos Reis

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