FRATERNIZAR – Ainda a Pandemia Covid 19 – O FIM, OU O COMEÇO DAS DORES?! – por MÁRIO DE OLIVEIRA

 

Desde cedo, deu para perceber que isto do coronavírus tinha tudo para ser uma guerra contra as populações das múltiplas nações do mundo. Uma guerra conduzida pelos governos e demais órgãos de soberania dos respectivos Estados, Partidos políticos com assento parlamentar incluídos. A estes, logo se juntaram os grandes media, numa invulgar sintonia que veio a revelar-se um verdadeiro massacre informativo. A fazer lembrar os sinistros tempos dos fascismos e das ditaduras de má memória, com destaque para os de Estaline na URSS, Mussolini na Itália e Hitler na Alemanha nazi.

Embora sempre fosse dito que a vacina era opção de cada qual, na prática, só muito poucos tiveram a capacidade mental e a força interior bastante para resistir a tanta pressão informativa, martelada ao segundo. Nunca o verbo vacinar foi tão conjugado nas nações do mundo como neste último ano e meio de ‘pandemia’ (as aspas justificam-se, porque até o vocábulo passou a ser usado de forma abusiva e como uma arma mais, de terror).

Felizmente, sou da minoria que resistiu, não porque seja anti-vacina por princípio, mas porque, neste caso da Covid 19, recusei liminarmente ser cobaia das grandes multinacionais farmacêuticas. Tive de resistir, inclusive, ao meu médico de família e à minha enfermeira do Centro de Saúde da Lixa. Mas aqui estou, firme e feliz. Porque a verdadeira imunidade a este e outros vírus nocivos para a nossa saúde há-se ser – tem de ser – fruto sobretudo da nossa mente cordial e do estilo de vida de qualidade que nos cumpre assumir, nos antípodas dos estilos de vida impostos pelo Grande Mercado.

Em Portugal, as coisas passaram a entrar ainda mais nos eixos do mal, a partir do momento em que o Governo e a Presidência da República decidiram colocar um vice-almirante das Forças Armadas, Gouveia e Melo, de seu nome, a dirigir a máquina de guerra, que dá pelo nome de ‘Task Force’. Este não se fez rogado e sempre tem feito questão de se apresentar ao país devidamente fardado de camuflado, a fazer lembrar os 13 anos da Guerra Colonial em três frentes de África. Um crime hediondo que contou, como o da Covid 19 também conta, com a bênção da hierarquia católica portuguesa e da Cúria romana. E a prova provada de que tem cumprido exemplarmente o que dele pretendia o Poder, é que acaba de ser condecorado pelo seu comandante supremo, o Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa. Numa cerimónia com tudo de velório e de vergonha.

Nesta altura, já com as grandes multinacionais farmacêuticas a rebentar pelas costuras com os lucros dos milhões e milhões de vacinas produzidas e vendidas e com a maior parte das populações ocidentais já inoculadas com o vírus – nesta guerra vacinal, senhores, nem sequer as crianças são poupadas! – os grandes media vêem-se obrigados a ter de encontrar outras guerras com que encher os seus tempos de antena. Se bem que ainda ninguém saiba quantas doses mais vão ter de ser inoculadas nas populações, hoje totalmente de cócoras perante o Poder político e financeiro.

O pior de tudo – só que disso não convém falar – são as novas doenças que a curto e médio prazo as doses das vacinas anti-Covid 19 vão despoletar em quantas, quantos se prestaram a ser suas cobaias, devido à pressão dos grandes media, dos órgãos de soberania de cada Estado e das hierarquias religiosas. Com destaque para o papa Francisco que, por estes dias, não resistiu a entrar no coro do terror vacinal e veio a correr dizer, ‘Vacinar é um acto de amor’. E de amor será, mas ao Dinheiro, que é o deus de todas as religiões e de todos os Estados do mundo, Vaticano à cabeça.

O mais trágico é que em toda esta guerra nem os Cientistas saem de mãos limpas. Fartaram-se de ter tempos de antena, mas todos os seus dizeres foram no sentido de servir o Poder dos Estados e as grandes farmacêuticas. Fossem, como sempre deveriam ser, Cientistas ao serviço da Vida, não do Poder financeiro e político, e teriam recusado entrar neste massacre vacinal. Porque o não fizeram, muito pelo contrário, daqui lhes digo sem que a mão e a voz me tremam, Ou têm a audácia de converter a Ciência em Sabedoria, ou melhor fora não terem nascido. Daí a mais do que pertinente Pergunta em título, O fim, ou o começo das dores?!

www.jornalfraternizar.pt

 

TÍTULOS DOS TEXTOS DAS OUTRAS PASTAS:

 

1 Poema de cada vez

TEATRO DO MUNDO (1958)

FALA DO HOMEM NASCIDO

António Gedeão

Destaque

Bernard Guetta

AFEGANISTÃO, O SÉCULO XXI COMEÇA EM CABUL

Documentos + extensos

O novo livro de Peter Sloterdijk

‘DEPOIS DE DEUS’


Entrevistas

Com Pedro Bustamante Teixeira /IHU

CAETANO VELOSO: UMA POLÍTICA MUSICAL DE MÃOS LIMPAS

 

Outros TEXTOS de interesse

Gilberto Borghi

PRECISAMOS ABOLIR OS SEMINÁRIOS!


TEXTOS de A. Pedro Ribeiro

O MAIS LOUCO DOS POETAS

TEXTOS Frei Betto, Teólogo

ESSE ÓDIO QUE ASSOLA O PAÍS

—–

FEIJÃO, FUZIL E ARAÇATUBA

TEXTOS de L. Boff, Teólogo

‘AINDA QUE DEVESSE PASSAR PELO VALE DA SOMBRA DE MORTE’

 

Leave a Reply