As vacinas ARNm contra o Covid e a sua aplicação nas crianças – 1. Os executivos de Blackrock, Vanguard e Big Pharma estão a fazer uma fortuna com uma crise que eles ajudaram a criar. Por Rhoda Wilson

 

Seleção e tradução de Júlio Marques Mota

 

1. Os executivos de Blackrock, Vanguard e Big Pharma estão a fazer uma fortuna com uma crise que eles ajudaram a criar

 Por Rhoda Wilson

Publicado por  em 21 de Dezembro de 2021 (original aqui)

 

Os acionistas que apostam nas injeções da Covid para encher os seus bolsos têm notícias muito boas nesta época festiva, ao arrecadarem os lucros de um mercado sucessivamente em alta nas ações da Moderna e da Pfizer.

Os executivos e acionistas das grandes farmacêuticas viram a sua riqueza disparar na semana após a “descoberta” da Omicron, com oito acionistas de topo da Pfizer e da Moderna a ganharem um total de 10,3 mil milhões de dólares, informou a City A.M. a 6 de Dezembro, menos de duas semanas depois da Omicron ter sido anunciada.

As duas empresas farmacêuticas fabricam injeções de mRNA Covid e com a Omicron a varrer o mundo, os investidores estão a encher as suas contas bancárias com os retornos obtidos destas empresas. Só os oito principais acionistas da Pfizer e da Moderna fizeram um lucro total combinado de 10,3 mil milhões de dólares.

O Diretor Executivo da Pfizer, Albert Bourla, fez pessoalmente 339.236 dólares de ganho sobre o valor das ações que detém na semana após o anúncio da Omicron.

O Diretor Executivo da Moderna, Stephane Bancel, ganhou 3,19 milhões de dólares sozinho, vendendo 10.000 ações por 319 dólares cada no dia 26 de Novembro, um dia depois de a Omicron ter sido anunciada.  E pouco menos de duas semanas depois, a 5 de Dezembro, tornou-se mais rico em 1,7 mil milhões de dólares com o valor das suas restantes ações a aumentar.

A empresa de investimento Blackrock fez 2,5 mil milhões de dólares apenas na semana seguinte ao anúncio da Omicron. E a Vanguard ganhou $1,01 mil milhões com as suas ações na Moderna e $1,5 mil milhões da Pfizer.

Tudo isto aconteceu poucos dias após o governo britânico ter feito um acordo a 2 de Dezembro com a Pfizer/BioNTech e a Moderna para 114 milhões de doses de injeções (54m de Pfizer e 60m de Moderna) garantindo doses para cerca de dois anos.

Ao mesmo tempo, o Diretor Executivo da Pfizer, Albert Bourla, previu que as injeções de reforço estão para ficar. A Pfizer e a BioNTech divulgaram os resultados de um estudo laboratorial inicial a 8 de Dezembro.  Numa entrevista com a CNBC, Bourla disse que os estudos preliminares se baseavam numa cópia sintética, criada em laboratório, da Omicron e que os resultados do mundo real eram esperados nas duas semanas seguintes. Embora os resultados possam mostrar que uma terceira injeção poderia combater a variante, Bourla disse: “Penso que vamos precisar de uma quarta dose”.

A 10 de Dezembro, o programa Dispatches do Canal 4 transmitiu um programa de investigação, Vaccine Wars: Truth About Pfizer’, em que acusava a Pfizer de financiar apresentações educativas no Canadá que diziam que a vacina do seu rival britânico AstraZeneca era ineficaz e mesmo perigosa para algumas pessoas da população. A investigação de Dispatches revelou também uma análise de um perito em engenharia biológica onde se afirma que os custos de fabrico da injeção da Pfizer são de 76p por dose, mas que está a ser vendida ao governo britânico por 22 libras esterlinas.

A Pfizer ficou “desapontada por ouvir [1]” o documentário e acusou o Canal 4 de “informação desequilibrada” e que o custo de 76p por dose era “grosseiramente impreciso”. A resposta da Pfizer ao Canal 4 prova pelo menos uma coisa – as “guerras de vacinas” são reais.

Há muitos equívocos e mitos sobre a Pfizer. A primeira é que ela criou uma injeção de Covid. Não o fez. Eles comercializaram-na. A única coisa que a Pfizer criou foi uma máquina de fazer dinheiro, disse o Dr. Vernon Colman, a Pfizer está a falar de 80 mil milhões de dólares em receitas previstas.

Ao contrário das alegações da Pfizer de que uma terceira injeção poderia combater a Omicron, a 12 de Dezembro, cientistas em Hong Kong publicaram as suas pesquisas que constataram que as injeções de Covid não eram eficazes contra a Omicron. Malik Peiris, um virologista da Universidade de Hong Kong, declarou: “Podemos ver que a maioria dos indivíduos tinha um elevado nível de atividade de eliminação de vírus contra a SARS-CoV-2 original, mas esta capacidade foi acentuadamente reduzida em 32 vezes ou mais contra a variante omicron”.

A Omicron foi rotulada como “uma variante preocupante”, uma vez que aparentemente tem várias mutações na proteína spike, a única parte do vírus original da SARS-CoV-2 contra a qual as atuais injeções de Covid alegam induzir uma resposta imunitária. Em teoria, a resposta imunológica induzida pelas injeções não protegerá as pessoas “vacinadas” contra a proteína spike da Omicron, uma vez que apenas possuem anticorpos contra a proteína do spike original do SARS-CoV-2.

Isto foi confirmado por aqueles que promovem as “doses de reforço”. Boris Johnson disse que a variante Omicron pode espalhar-se entre aqueles que estão “duplamente vacinados”, a 30 de Novembro o Diretor Executivo da BioNTech concordou e, ao afirmar que será necessária uma quarta dose, o CEO da Pfizer está a admitir que mesmo o triplo “vacinado” pode apanhar e/ou espalhar Omicron.

No dia 10 de Dezembro, conforme discutido no vídeo abaixo, o Centro de Controlo de Doenças dos EUA (“CDC”) admitiu que “a maioria dos casos de Omicron dos EUA atingiram os totalmente vacinados” e que um terço deles tinha recebido uma terceira dose de “reforço”. Como é o caso no Reino Unido, de acordo com o CDC, o estatuto de “totalmente vacinado” é alcançado 14 dias após a segunda dose. Quantos dos testes positivos para a Omicron que o CDC afirma não terem sido de gente “vacinada” receberam uma única injeção? Quantos tinham recebido duas ou três doses, mas no prazo de 14 dias após os testes?

O CDC recolhe amostras de alguns locais e estima a variante dominante – apenas 0,9% de todos os casos nos EUA foram sequenciados para qualquer variante em particular.  No entanto, publicitarão fortemente que os casos da Omicron nos EUA estão a aumentar rapidamente.

No vídeo abaixo, Danny Marshall também fala através de um segmento de twitter de 3 de Dezembro por Martin Neil, discutindo dados do Office for National Statistics (“ONS”) do Reino Unido. Assim, no 9º tweet lê-se: “Após a vacinação, as pessoas sofrem uma resposta imunitária enfraquecida durante um período de até 28 dias e podem estar em perigo de infeção por Covid ou outro agente infeccioso em qualquer altura nesse período”.

Neil conclui o seu segmento twitter: “Este é um trabalho não recompensado feito com algum risco considerável na carreira. Alguns dos nossos colaboradores clínicos NÃO PODEM colocar os seus nomes no papel”.

 

O CDC admite a Omicron quase totalmente espalhada pelos vacinados e que o sistema de crédito social Covid chegou, 11 de Dezembro de 2021

Video disponível em https://www.youtube.com/embed/drHUcev83Nk?feature=oembed

Se o vídeo acima for removido do YouTube, pode vê-lo AQUI.  Se o tópico do Neil for removido do Twitter, pode ler o relatório em que o seu tópico se baseia AQUI.

 

Se as duas primeiras injeções não funcionam contra a Omicron, porque é que a terceira ou quarta irão funcionar? Fazer a mesma coisa vezes sem conta e esperar resultados diferentes é a definição de insanidade.

O impulso para ignorar urgentemente todas as outras doenças e injetar doses de “reforço” em cada “duplamente vacinado” residente no Reino Unido só pode significar uma coisa – a Omicron está a ser usada para encobrir que as injeções Covid não funcionam e, de facto, pioram a imunidade de uma pessoa “vacinada”, degradando o desempenho do seu sistema imunitário.

Sem ter em conta que é uma pandemia dos vacinados, Alex Berenson resume bem a situação. Citando um artigo publicado pelo South Africa’s News24 a 19 de Dezembro ele escreveu: “Os cientistas que aconselham o governo da África do Sul – onde Omicron é agora a estirpe dominante – dizem que rastrear e colocar em quarentena os contactos das pessoas infetadas é uma perda de tempo … ao contrário dos países europeus ricos, a África do Sul tem dezenas de milhões de pessoas extremamente pobres. Já não pode dar-se ao luxo de se envolver num teatro viral para satisfazer os fanáticos da saúde pública por causa de uma estirpe que se parece cada vez mais com uma constipação”.

No final de Agosto, antes do anúncio da Omicron, o chefe de saúde australiano, Dr. Kerry Chant, durante uma conferência de imprensa, disse-nos qual era o seu plano: “Temos de nos habituar a ser vacinados com as vacinas Covid para o futuro… Não consigo ver que a Covid não vai ficar connosco para sempre”.

As provas são claras, mentem-nos.

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O autor: A Professora Rhonda Wilson é uma mulher Wiradjuri [povo aborígene da Austrália], enfermeira experiente e uma cientista de enfermagem de saúde mental reconhecida internacionalmente. O seu trabalho em saúde electrónica está a preparar o caminho para novas intervenções terapêuticas digitais que promovem e apoiam os cuidados centrados no doente e o aumento do bem-estar (para mais ver aqui).

 

 

 

 

[1] A Pfizer escreve: “Pfizer is disappointed to hear of the Channel 4 Dispatches documentary episode of 10th December 2021: “Vaccine Wars: Truth About Pfizer”.”

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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