A BARRACA – ENCONTRO IMAGINÁRIO – HÉLDER MATEUS DA COSTA – Debate entre personagens marcantes da HISTÓRIA UNIVERSAL – participação da sociedade civil – FELLINI, LYDIE BASTIEN e D. JOÃO III – AMANHÃ, SEGUNDA-FEIRA, 21 de MARÇO, às 19.30

Debates entre personagens marcantes da HISTÓRIA UNIVERSAL

PARTICIPAÇÃO DA SOCIEDADE CIVIL

 

Federico Fellini (Rimini, 20 de janeiro de 1920 — Roma, 31 de outubro de 1993) foi um diretor e roteirista de cinema italiano. Conhecido por seu estilo distinto, que mistura fantasia e imagens barrocas com terridez, ele é reconhecido como um dos maiores e mais influentes cineastas de todos os tempos. Seus filmes foram classificados, em pesquisas como Cahiers du cinéma e Sight & Sound, como alguns dos melhores filmes de todos os tempos.

Numa carreira de quase cinquenta anos, Fellini ganhou a Palma de Ouro por La Dolce Vita, foi indicado a doze prémios Óscar e ganhou quatro na categoria de melhor filme em língua estrangeira, o melhor para qualquer diretor da história da Academia. No Oscar 1993, em Los Angeles, ele recebeu um prêmio honorário.[3] Além de La Dolce Vita e 8½, seus outros filmes conhecidos incluem La Strada, Le notti di Cabiria, Julieta dos Espíritos, Satyricon, Amarcord e Il Casanova di Federico Fellini. Nicola Lori

O Investigador Universitário, Nicola Lori é o seu intérprete.

Lydie Bastien, nascida Lydie Jeanne Françoise, também conhecida pelos pseudónimos de Béatrice e Ananda Devi , nascida em20 de agosto de 1922em Paris e morreu em25 de fevereiro de 1994 na mesma cidade. Foi, durante a Segunda Guerra Mundial, amante de Harry Stengritt, assistente de Klaus Barbie na Gestapo de Lyon. Ela teria sido a responsável por seduzir René Hardy, inspetor da SNCF e membro da rede Combat, para ter acesso a diversas informações sensíveis. Hardy teria confiado nela rapidamente, o que teria permitido a Klaus Barbie organizar a prisão do líder do Exército Secreto, general Charles Delestraint, então de vários executivos da resistência interior francesa, incluindo Jean Moulin, durante uma reunião organizada em 21 de junho de 1943 nos subúrbios de Lyon na sequência da detenção de Delestraint. Será representada pela Sandra Calado, Directora Acção Social.

João III (Lisboa, 6 de junho de 1502 – Lisboa, 11 de junho de 1557), apelidado de “o Piedoso”, foi o Rei de Portugal e Algarves de 1521 até sua morte. Era o filho mais velho do rei Manuel I e sua segunda esposa a infanta Maria de Aragão e Castela, tendo ascendido ao trono apenas contando dezanove anos de idade. Herdou um império vastíssimo e disperso, nas ilhas atlânticas, costas ocidental e oriental de África, Índia, Malásia, Ilhas do Pacífico, China e Brasil. Continuou a política centralizadora do seu pai. Durante o seu reinado, foi obrigado a negociar as Molucas com Espanha, no tratado de Saragoça, adquiriu novas colónias na Ásia — Chalé, Diu, Bombaim, Baçaim e Macau e um grupo de portugueses chegou pela primeira vez ao Japão em 1543, estendendo a presença portuguesa de Lisboa até Nagasaki. Extremamente religioso, permitiu a introdução da inquisição em Portugal em 1536, obrigando à fuga muitos mercadores judeus e cristãos-novos, forçando o recurso a empréstimos estrangeiros. O escritor e diplomata, Jacinto Rego de Almeida é o seu intérprete.

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