FERNANDO PESSOA (1888-1935), “A PRAÇA DA FIGUEIRA DE MANHÃ…”

 

 

 

 

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  1. Ora aqui está algo que posso partilhar com o poeta nacionalista Fernando Pessoa: a Praça da Figueira da minha infância, com a sua massa de ferro fundido pintada de cinzento e o labirinto/bazar interior. Perdia-a quando fui para África e ouvi a minha mãe ler num jornal que a sua demolição para sucata tinha sido adjudicada por 900 contos. Para sempre.

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