Category Archives: Viajes

EM VIAGEM PELA INDOCHINA (5) – por ANTÓNIO GOMES MARQUES

  II – CAMBOJA – Educação (1)   O gasto público em Educação, em 2014, atingiu 1,91%, gastos estes que consistem em gastos públicos correntes e capitais em educação, incluindo gastos governamentais em instituições de ensino (públicas e privadas), administração

EM VIAGEM PELA INDOCHINA (5) – por ANTÓNIO GOMES MARQUES

  II – CAMBOJA – Educação (1)   O gasto público em Educação, em 2014, atingiu 1,91%, gastos estes que consistem em gastos públicos correntes e capitais em educação, incluindo gastos governamentais em instituições de ensino (públicas e privadas), administração

EM VIAGEM PELA INDOCHINA (4) – por ANTÓNIO GOMES MARQUES

    II – CAMBOJA – Economia   A paz agora reinante no Camboja tem permitido um rápido crescimento do PIB per capita do país —1.385 US dólares em 2017, 1512 em 2018—, só comparável, em termos de percentagem de

EM VIAGEM PELA INDOCHINA (4) – por ANTÓNIO GOMES MARQUES

    II – CAMBOJA – Economia   A paz agora reinante no Camboja tem permitido um rápido crescimento do PIB per capita do país —1.385 US dólares em 2017, 1512 em 2018—, só comparável, em termos de percentagem de

EM VIAGEM PELA INDOCHINA (3) – por ANTÓNIO GOMES MARQUES

  II – CAMBOJA – Religião   Quando falamos das religiões orientais temos de ter consciência de que a concepção de religião nada tem a ver com a visão que nós, ocidentais, temos quando abordamos o tema. A espiritualidade nas

EM VIAGEM PELA INDOCHINA (3) – por ANTÓNIO GOMES MARQUES

  II – CAMBOJA – Religião   Quando falamos das religiões orientais temos de ter consciência de que a concepção de religião nada tem a ver com a visão que nós, ocidentais, temos quando abordamos o tema. A espiritualidade nas

EM VIAGEM PELA INDOCHINA (2) – por ANTÓNIO GOMES MARQUES

    II – CAMBOJA – História   Deixemos a pré-história, que poderá ser reivindicada por qualquer dos países do Sudeste Asiático, podendo começar a história do Camboja no século IX, quando o jovem rei Jayavarman II se declarou rei

EM VIAGEM PELA INDOCHINA (2) – por ANTÓNIO GOMES MARQUES

    II – CAMBOJA – História   Deixemos a pré-história, que poderá ser reivindicada por qualquer dos países do Sudeste Asiático, podendo começar a história do Camboja no século IX, quando o jovem rei Jayavarman II se declarou rei

EM VIAGEM PELA INDOCHINA (1) – por ANTÓNIO GOMES MARQUES

      I – INTRODUÇÃO Por fim, a viagem à Indochina concretizou-se. Primeiro, o grande desejo era visitar o Vietname, conquistado que fui pela bravura daquele povo que derrotou a grande superpotência, EUA, como já havia derrotado a França

EM VIAGEM PELA INDOCHINA (1) – por ANTÓNIO GOMES MARQUES

      I – INTRODUÇÃO Por fim, a viagem à Indochina concretizou-se. Primeiro, o grande desejo era visitar o Vietname, conquistado que fui pela bravura daquele povo que derrotou a grande superpotência, EUA, como já havia derrotado a França

A GALIZA COMO TAREFA – viagens – Ernesto V. Souza

Viagens são inspiradoras. O papel impresso do ticket do comboio serve bem para deixar correr, a ritmo, a pena. Quantos poemas, quantas notas rascunhadas em viagens absurdos. Monótono ou contra-relógio, o ritmo do comboio, a salto pausado, ou à carreira,

A GALIZA COMO TAREFA – viagens – Ernesto V. Souza

Viagens são inspiradoras. O papel impresso do ticket do comboio serve bem para deixar correr, a ritmo, a pena. Quantos poemas, quantas notas rascunhadas em viagens absurdos. Monótono ou contra-relógio, o ritmo do comboio, a salto pausado, ou à carreira,

CARTA DE BARCELONA – Vida i memòria – por JOSEP A. VIDAL

    Nie sollst du mich befragen, noch Wissens Sorge tragen, woher ich kam der Fahrt, noch wie mein Namʼ und Art! [Mai no em preguntaràs, ni intentaràs saber, d’on procedeixo, ni quins són el meu nom i el meu

CARTA DE BARCELONA – Vida i memòria – por JOSEP A. VIDAL

    Nie sollst du mich befragen, noch Wissens Sorge tragen, woher ich kam der Fahrt, noch wie mein Namʼ und Art! [Mai no em preguntaràs, ni intentaràs saber, d’on procedeixo, ni quins són el meu nom i el meu

A GALIZA COMO TAREFA – leais conselheiros – Ernesto V. Souza

Como galego de nação e até de costumes, quanto mais tempo passo pelo mundo fora, mais países do espaço latino percorro e mais leio em línguas romances, mais confirmo a minha sensação de que a ideia que se me apresenta

A GALIZA COMO TAREFA – leais conselheiros – Ernesto V. Souza

Como galego de nação e até de costumes, quanto mais tempo passo pelo mundo fora, mais países do espaço latino percorro e mais leio em línguas romances, mais confirmo a minha sensação de que a ideia que se me apresenta

A GALIZA COMO TAREFA – alteridades – Ernesto V. Souza

Sempre gostei da história alternativa. Também da história como fição alternativa, como género de romance, mas não falo nisso. Apenas de se focar num momento da história, num episódio, numa biografia e de analisa-lo contextual e documentalmente no possível e

A GALIZA COMO TAREFA – alteridades – Ernesto V. Souza

Sempre gostei da história alternativa. Também da história como fição alternativa, como género de romance, mas não falo nisso. Apenas de se focar num momento da história, num episódio, numa biografia e de analisa-lo contextual e documentalmente no possível e

A GALIZA COMO TAREFA – conversas – Ernesto V. Souza

É sempre interessante a conversa com livreiros (livreiras de mais em mais), daqueles que conhecem, como artesãos com anos de prática constante, o seu ofício. Não sou eu mui dado à conversa, não vaiam pensar. Sou mais um desses clientes

A GALIZA COMO TAREFA – conversas – Ernesto V. Souza

É sempre interessante a conversa com livreiros (livreiras de mais em mais), daqueles que conhecem, como artesãos com anos de prática constante, o seu ofício. Não sou eu mui dado à conversa, não vaiam pensar. Sou mais um desses clientes

DIÁSPORA. PARADA Y FONDA EN MACEDONIA CON VUELTA A SOFÍA, por Moisés Cayetano Rosado

Entramos por el este en Macedonia, con un control de frontera detenido, camino del centro de la República. Allí nos espera el sitio arqueológico de Stobi, cuyo desarrollo histórico comenzó entre los siglos VII y VI a.C., esplendoroso bajo el

DIÁSPORA. PARADA Y FONDA EN MACEDONIA CON VUELTA A SOFÍA, por Moisés Cayetano Rosado

Entramos por el este en Macedonia, con un control de frontera detenido, camino del centro de la República. Allí nos espera el sitio arqueológico de Stobi, cuyo desarrollo histórico comenzó entre los siglos VII y VI a.C., esplendoroso bajo el

DIÁSPORA. BULGARIA Y MACEDONIA, CÍRCULO DE CULTURAS, por Moisés Cayetano Rosado

Si desde nuestro origen coges el autobús con destino a Madrid, donde tomar el avión hacia Sofía, pararás media hora en Trujillo: no hay que perderse la vista de su Casco Histórico desde la estación, con su castillo a la

DIÁSPORA. BULGARIA Y MACEDONIA, CÍRCULO DE CULTURAS, por Moisés Cayetano Rosado

Si desde nuestro origen coges el autobús con destino a Madrid, donde tomar el avión hacia Sofía, pararás media hora en Trujillo: no hay que perderse la vista de su Casco Histórico desde la estación, con su castillo a la

DIÁSPORA. LAGUNAS DE RUIDERA, por Moisés Cayetano Rosado

Conozco el Parque Natural de los Lagos de Plitvice, en Croacia. Una auténtica maravilla, aunque tan llena de turistas que agobia y atosiga. Pero aquí tenemos la suerte de contar con las Lagunas de Ruidera que, en años de lluvia

DIÁSPORA. LAGUNAS DE RUIDERA, por Moisés Cayetano Rosado

Conozco el Parque Natural de los Lagos de Plitvice, en Croacia. Una auténtica maravilla, aunque tan llena de turistas que agobia y atosiga. Pero aquí tenemos la suerte de contar con las Lagunas de Ruidera que, en años de lluvia