Talvez para tentar afastar… Ou disfarçar… A triste e política realidade que se abateu sobre nós, sobre este país – que já foi prometedor e é afinal cheio de mentecaptos e malformados cerebrais (com tendência a piorar) – proponho esta alegria musical a partir de um tema meio doido e quase surreal do João Bosco.
Com a grande virtude dessa alegria fazer parte gente que valeu a pena ter nascido, gente musical com tanto para dar – ao contrário da politiquice e dos politiqueiros, sempre prontos a tirar – como sejam, neste fantástico simultâneo, nomes como o Nelson Faria, o Ivan Lins, o Gonçalo Rubalcaba, o Carlos Henriquez (extraordinário baixo do Wynton Marsalis) o Nico Assunção (outro baixo das arábias) o Nelson Ayres…
Música, enfim.
Música contagiante, levada a cabo em modo colectivo, que certamente não (nunca) seria ouvida ou gostada – tenho a certeza! – pelos fascistas de meia tijela que por estes dias celebram a futura miséria a que votaram o país. Votaram. Através do voto.
Obrigado. Subscrevo a subscrição.
Se não for a Música e a poesia (ou ambas sobrepostas) que diabo andamos aqui a fazer?
A saltar de árvore em árvore?
Carlos Reis
O Triste fim de policarpo caresma
Não percebi…
Carlos Reis
Trata-se de um romance de Lima Barreto (1881-1922). Clicar em:
https://www.todamateria.com.br/triste-fim-de-policarpo-quaresma/
Subscrevo: Raios os partam! Vivam a música e a poesia!
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A saltar de árvore em árvore?
Carlos Reis