SINAIS DE FOGO – CÚMPLICE(S) DO GENOCÍDIO, por Soares Novais

 

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Nota final: O presidente do Conselho Europeu, Charles Michel, e o alto representante da política externa da UE, Josep Borrell, publicaram uma mensagem na qual denunciam as “inaceitáveis” ordens de evacuação israelitas de vários setores da região de Rafah. “As ordens de evacuação de civis encurralados em Rafah para áreas inseguras são inaceitáveis”, publicou Michel numa mensagem na rede social X (antigo Twitter) que Borrell republicou na sua própria conta. Michel pediu ao governo israelita para “respeitar o direito internacional humanitário” e que não avance com uma operação terrestre em Rafah, no sul da Faixa de Gaza.“Os pontos de passagem devem estar totalmente funcionais e permitir a passagem de ajuda humanitária essencial no meio da grave fome”, acrescentou. A mensagem, tardia, do presidente do Conselho Europeu não vai humanizar o monstro, que o diga António Guterres, secretário-geral das Nações Unidas…

 

1 Comment

  1. Que coleção de hipócritas, a começar pelo “nosso” presidente eleito, que não por mim, mais uns eurocratas eleitos por ninguém. Este massacre vai acentuar a separação entre a chamada “comunidade internacional”, eufemismo de outro eufemismo, que dá por “ocidente” e o resto do mundo, separação já razoavelmente abalada pela guerra na Ucrânia.
    Espero que a acusação de genocídio leve à condenação de Israel e de grandes número dos seus dirigentes civis e militares, com pesadas sanções internacionais legítimas. Bem como de outros países, a começar pelos Estados Unidos e outros dos “povos de língua inglesa, baptizados como tal por Winston Churchill, pela característica comum de terem praticado genocídio na terras que ocuparam nas Américas e na Oceania e noutras que colonizaram ao longo de 3 séculos. Para eles, matar palestinianos não se distingue de terem morto “peles vermelhas”, aborigenes australianos, maoris, negros, indianos e muitos outros. E para não ficar esquecida, a Alemanha, com a sua experiência de genocídio investigada e julgada, país que não pode ignorar os mecanismos e a natureza dos actos que a tal conduziram e que, agora, pretendem confundir e fazer fazer passar em claro.

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