Ursula von der Leyen esteve no Porto a apoiar a Aliança Democrática (AD) e o Bugalho. Confrontada com uma manifestação a favor de uma Palestina Livre, a recandidata à presidência da Comissão Europeia despiu a fatiota e calçou os chinelos.
Abriu a goela e disse que se eles estivessem em Moscovo seriam presos. Ignorando, convenientemente, as 3000 pessoas que foram detidas em numerosas universidades e cidades dos Estados Unidos por se manifestarem a favor do povo palestiniano. “Vai-te catar”, Ursula!
Os elementos da Polícia e os seguranças de Ursula reagiram à “manif” dos pacifistas. Investiram sobre os cidadãos que clamavam contra o genocídio israelita e detiveram um dos manifestantes. Fizeram-no com a agressividade que sempre usam quando está em causa a defesa dos interesses patronais…
Foi na última quinta-feira. E Ursula tinha a seu lado o primeiro-ministro, os ministros da “Defesa” e dos “Negócios Estrangeiros”. Todos eles encerraram a jornada aos saltos e agitando bandeiras como se fossem uma qualquer claque da bola.