Clique em:
POR TEMA
SEX. 23 AGO. – DOM. 8 SET. 12H – 20H TER. 10 SET. – DOM. 15 SET. 10H – 18H
formas dos futuros ao redor
MAIS INFORMAÇÕES: www.galeriamunicipaldoporto.pt
CURADORIA: João Laia
VISITAS GUIADAS: 24 AGO. + 31 AGO. + 7 SET. 16H
A exposição formas dos futuros ao redor adota uma perspetiva queer expandida para desafiar narrativas dominantes, substituindo-as por um amplo repensar e refazer de corpos, espaços e tempos. Ao abraçar diferentes posições numa afinidade não-conformista, questionam- -se as características construídas do presente, promovendo a emergência de vários futuros. Projetam-se um conjunto de posições polifónicas e multissensoriais diversas, enquanto se celebra e potencia a capacidade coletiva de imaginar e ensaiar mundos vindouros. Com a participação de Rodrigo Hernández, Maria Jerez, Kem, Sandra Mujinga, Luiz Roque, Outi Pieski, Ana Vaz, P. Staff, Osías Yanov e um projeto expositivo intitulado “Nave Geo-Celestial”, de Joana da Conceição.
POR Susa Monteiro
CURADORIA: Rita Roque
Susa Monteiro vive em Beja, cidade onde nasceu (1979), é responsável pela linha gráfica do Festival Internacional de Banda Desenhada de Beja e da Bedeteca de Beja desde 2005. Ilustrou livros e capas para diversas editoras, e o seu livro Sonho, [Pato Lógico, 2018] foi publicado no Brasil e em Itália, tendo recebido a menção honrosa no Prémio Nacional de Ilustração. Desde 2004, ilustra, regularmente, para a imprensa, e, recentemente, criou a moeda comemorativa para a coleção Criaturas Mitológicas da Imprensa Nacional Casa da Moeda. Expõe, frequentemente, em festivais de banda desenhada e galerias.
Para a Feira do Livro do Porto, partiu do imaginário do poema À Boca do Poço e do texto Poesia, Terra de Minha Mãe, para nos oferecer uma imagem repleta de luz e melodia cromática, assinalando a proximidade às origens e signos poéticos de Eugénio de Andrade
«À BOCA DO POÇO
Às vezes, até a morte pode ser
condescendente: à boca do poço
pára o cavalo, não chega a desmontar,
mas consente que te demores
a contemplar as águas negras,
o rebanho de chocalhos distantes, as macieiras perto,
os seus frutos estranhamente acessos».
«(…)Eu tinha que dar voz a este sol sem tino que, durante alguns anos, andou a picar-me a pele e a alma; eu tinha que dividir com o mundo o delicado sorriso de minha mãe e o olhar do pastor.
Póvoa de Atalaia é a minha terra, fazia falta dizê-lo com o coração. Fica dito».
Eugénio de Andrade, Rente ao Dizer (1992)
CONTOS À SEXTA
Para crianças maiores de 3 anos
Entrada gratuita sujeita à lotação do espaço
COM Luiza Bitencourt
Luiza Bitencourt é uma artista luso-brasileira com mais de 15 anos de experiência, que atua como atriz, dramaturga e contadora de histórias. Traz ao público uma coleção de narrativas, joias da tradição oral, que conduzirá os ouvintes numa viagem por histórias de fortes guerreiras, sábias crianças e, até, intrigantes adivinhas. Tudo com muita diversão e interação com o público.
LABORATÓRIO DE CINEMA
Para maiores de 9 anos
Duração de cada sessão: 3h
Participação gratuita mediante inscrição (12 participantes)
Inscrição através de formulário disponível em https://bmp.cm-porto.pt/Incricao_LABORATORIO_DE_CINEMA_EUGENIO_EM_FILME_maior9anos
COM Anilupa
“FALAR PIANO E TOCAR FRANCÊS”, DE MARTIM SOUSA TAVARES
COM Martim Sousa Tavares, Suzana Menezes e Sofia Bodas de Carvalho
Partindo da sua experiência pessoal como artista e comunicador, Martim Sousa Tavares propõe uma reflexão sobre o modo como nos relacionamos com a arte nas suas múltiplas expressões: a cena de um filme de João César Monteiro, as subtilezas de uma partitura de Mahler ou a fixação por Veneza, cidade a que regressa todos os anos. A beleza pode não precisar de livro de instruções, mas a arte é uma forma de partilha onde o entusiasmo da mediação acrescenta significados e expande horizontes. É nesse sentido, que este primeiro livro de Martim Sousa Tavares – assumindo os gostos do autor e não procurando ser consensual – conduz o leitor por uma viagem em que se veem novas todas as coisas.
OFICINAS NO TERREIRO
Para crianças maiores de 6 anos
Entrada gratuita sujeita à lotação do espaço
COM Equipa de Mediação do Museu e Bibliotecas Municipais do Porto
A partir da técnica de estamparia orgânica e artesanal em papel e tecidos, os participantes estamparão de forma artesanal papel e tecidos com o recurso de reutilização.
SEX. 30 AGO. 16H30
“ESCUTO UM RUMOR: É SÓ SILÊNCIO”
MODERAÇÃO: Rui Couceiro
(escritor e editor).
CONVIDADA: Isabel Rio Novo
Cinco versos de Eugénio de Andrade servem de motor a este ciclo de conversas com destacadas figuras da cultura portuguesa e fulgentes artífices da palavra.
SEX. 30 AGO. 18H
“TODA A POESIA É LUMINOSA, ATÉ A MAIS OBSCURA”
MODERAÇÃO: Teresa Coutinho
(atriz, criadora, performer, dramaturga e programadora do ciclo Clube dos Poetas Vivos).
CONVIDADA: Capicua
Cinco versos de Eugénio de Andrade servem de motor a este ciclo de conversas com destacadas figuras da cultura portuguesa e fulgentes artífices da palavra.
SEX. 30 AGO. 19H
EU.CLIDES
CICLO “É A MÚSICA, ESTE ROMPER DO ESCURO”
CURADORIA: Tiago Andrade + Bruno Rocha
A música é assim: pergunta,
insiste na demorada interrogação
– sobre o amor?, o mundo?, a vida?
(…)
“É assim, a música”, in Os Lugares do Lume.
Sabemos, porque ele o escreveu, que para Eugénio de Andrade poesia e música nascem juntas, prolongadas no mesmo mistério. Foi sempre, para o poeta, «como se ambas jorrassem da mesma fonte», delas fazendo também parte o silêncio, o «espesso, turvo silêncio das criaturas».
Desde a melodia do harmónio, que acariciava o seu corpo de rapaz nos Verões da aldeia, à preferência adulta por Bach, Mozart e Schubert, passando pela «música magnífica» dos poemas que amava, foi sempre sonoro o fio que guiou Eugénio na busca pela beleza, e a nós com ele.
VALTER LOBO
CICLO “SEM A MÚSICA, A VIDA SERIA UM ERRO”
Conta-nos José Tolentino Mendonça que Eugénio de Andrade possuía um postal com a seguinte frase de Nietzsche: “Sem a música, a vida seria um erro”. Esta frase serve de mote a este ciclo de concertos a solo, radiantes e intimistas.
feiradolivro@cm-porto.pt
+351 936 781 670
FB
IG
YT

