Peço desculpa, mas chamo a vossa atenção para o lapso na transcrição do último verso deste soneto que deveria ler-se “Mais desaventurada que se viu”. Tal como está transcrito este verso é eneassilábico e não decassilábico como todos os versos de todos os sonetos de Camões, bem como as oitavas com que construiu o seu poema épico “Os Lusíadas”. Obrigada.
Voltando ao que até aqui me trouxe, encontrei, numa página de divulgação literária, esse último verso assim transcrito: “Mais desgraçada que jamais se viu”. Assim transcrito, o verso passa a decassilábico, mas não a heroico/camoniano por lhe faltar a tónica na sexta sílaba métrica. Mantenho a minha opinião inicial. “Mais desaventurada que se viu” é a transcrição que confere ao verso a musicalidade camoniana. Obrigada.
Peço desculpa, mas chamo a vossa atenção para o lapso na transcrição do último verso deste soneto que deveria ler-se “Mais desaventurada que se viu”. Tal como está transcrito este verso é eneassilábico e não decassilábico como todos os versos de todos os sonetos de Camões, bem como as oitavas com que construiu o seu poema épico “Os Lusíadas”. Obrigada.
Voltando ao que até aqui me trouxe, encontrei, numa página de divulgação literária, esse último verso assim transcrito: “Mais desgraçada que jamais se viu”. Assim transcrito, o verso passa a decassilábico, mas não a heroico/camoniano por lhe faltar a tónica na sexta sílaba métrica. Mantenho a minha opinião inicial. “Mais desaventurada que se viu” é a transcrição que confere ao verso a musicalidade camoniana. Obrigada.
Um lapso imputado à editora da lírica camoniana. Pode ser uma má revisão, porque a isometria também se resolve com “mais desaventurada que se viu”.