Posts Tagged: homenagem a josé afonso

RETALHOS DA VIDA DE UM CANTAUTOR – (Conclusão) – por Carlos Loures

GRÂNDOLA – SENHA PARA O ARRANQUE DA REVOLUÇÃO  Em 29 de Março de 1974, a menos de um mês da «Revolução dos Cravos», realiza-se no Coliseu dos Recreios um «Canto Livre» organizado pela Casa da Imprensa onde, além de Zeca,

EDITORIAL: Nunca deixaremos de homenagear o Zeca

A homenagem a José Afonso que começámos no dia 16 de Novembro, chega hoje ao seu termo, Muitas dezenas de posts formaram o  corpo dessa homenagem que organizámos na passagem do 50º aniversario da publicação da primeira edição de CANTARES

COMO SE FAZ UM CANALHA, de JOSÉ AFONSO

Letra e música de José Afonso In LP Com as minhas tamanquinhas, 1976     Conheci-te ainda moço Ou como tal eu te via Habitavas o Procópio Ias ao Napoleão Mas ninguém sabia ao certo Como se faz um canalha

AMOR DE ESTUDANTE, por JOSÉ AFONSO

Letra e musica popular com arranjo de Machado Soares e Paradela de Oliveira Músicos: guitarra – António Portugal e Eduardo Melo, viola – Manuel Pepe e Paulo Alão. In Balada do Outono, 1960.   Dizem que amor de estudante Ai,

ENQUANTO HÁ FORÇA, de JOSÉ AFONSO

Letra e música de José Afonso In LP Enquanto há força, de 1978   Enquanto há força No braço que vinga Que venham ventos Virar-nos as quilhas Seremos muitos Cantai rapazes Dançai raparigas E vós altivas Cantai também Levanta o

RETALHOS DA VIDA DE UM CANTAUTOR/10 . «O crime foi em Baleizão» – por Carlos Loures

  Em 29 de Março de 1974, quase duas semanas após a «falsa partida» do «golpe das Caldas» e a menos de um mês da «Revolução dos Cravos», realiza-se no Coliseu dos Recreios um «Canto Livre» organizado pela Casa da

ELEGIA, de JOSÉ AFONSO

Letra e música de José Afonso   Obrigado a Lyrster.   O vento desfolha a tarde O vento desfolha a tarde Como a dor desfolha o peito Como a dor desfoha o peito. Na roseira do meu peito Na roseira

RETALHOS DA VIDA DE UM CANTAUTOR/9 -«Rei da Rádio»-por Carlos Loures

No ano de 1971 José Afonso é, pela terceira vez consecutiva, distinguido com o prestigioso prémio da Casa da Imprensa. Em 1972, no meio de grande polémica, é eleito por votação dos leitores do Diário de Lisboa, como «Rei da Rádio».

TUDO ESTÁ VAZIO E MORTO, de JOSÉ AFONSO – por JOÃO AFONSO e JOÃO LUCAS

Letra de José Afonso A voz é de João Afonso, ao piano João Lucas.             Obrigado a Tributo a Zeca Afonso. Ver em: http://tributozecaafonso.blogspot.pt/2014/09/tudo-esta-vazio-e-morto.html In Cantar de Novo, Nova Realidade, 1970.

RETALHOS DA VIDA DE UM CANTAUTOR/8.«Catarina» – por Carlos Loures

Em Dezembro de 1971 é lançado o álbum Cantigas do Maio, gravado em França, num estúdio situado numa quinta dos arredores de Paris. José Mário Branco, também ele grande cantautor da Resistência antifascista, que, como participante, estava presente na gravação,

ERA UM REDONDO VOCÁBULO, de JOSÉ AFONSO

Letra e música de José Afonso A letra foi escrita na prisão de Caxias em 1973. Era um redondo vocábulo Uma soma agreste Revelavam-se ondas Em maninhos dedos Polpas seus cabelos Resíduos de lar, Pelos degraus de Laura A tinta

RETALHOS DA VIDA DE UM CANTAUTOR /7.« Subitamente, Grândola » por Carlos Loures

Em 1964 é editado um novo disco – Coro dos Caídos, Maria, Vila de Olhão, Canção do Mar. Na noite de 17 de Maio desse ano, actua na Sociedade Musical Fraternidade Operária Grandolense, a «Música Velha», como a colectividade é

CORO DOS CAÍDOS, de JOSÉ AFONSO

Letra e música de José Afonso in Cantares de José Afonso, 1964   Obrigado a letras*, letras.music.br. Ver em: https://www.letras.mus.br/jose-afonso/67136/   In Cantar de Novo, pág. 55. Nova Realidade, 1970.  

RETALHOS DA VIDA DE UM CANTAUTOR/6 – «Cantares» – por Carlos Loures

Ainda em 64, é editado o EP Cantares de José Afonso. Sai também a público o álbum Baladas e Canções (reeditado em CD em 1996). Neste ano parte para Lourenço Marques, dando aulas, primeiro nesta cidade e, depois, em 1966

VAI, MARIA VAI, de JOSÉ AFONSO

Letra e música de José Afonso Tocam Rui Pato, Luís Filipe Sousa Colaço, José Fortunato, Adácio Pestana e Teresa Paula Brito In Contos Velhos, Rumos Novos, 1969   Vai, Maria vai Maria vai Maria vai trabalhar Não Senhora não Senhora