José Mário Branco, Sérgio Godinho e Fausto cantam a Liberdade e a Demcracia

Este post é uma adaptação do que emitimos às sete da manhã n’O Palco da Lusofonia e é uma forma de lembrarmos o debate sobre a Democracia que estamos a levar a cabo. São canções alusivas à liberdade e à democracia que os militares de Abril nos deram e que 18 de meses depois nos foi retirada.

 

Em Novembro de 1975, tal como agora, em 2012, ordens vindas de fora sobrepuseram-se ao

que a maioria do povo português reivindicava – o direito a decidir sobre o seu destino. Uma canção de Fausto, Foi por ela, diz bem da esperança que todos os que amam a liberdade puseram nesse astro incandescente que em 25 de Abril se acendeu no nosso horizonte. «Por ela», pela democracia, pela liberdade, fizemos sacrifícios, fomos presos, perseguidos e alguns ficaram pelo caminho sem poder viver esses dias maravilhosos (que nada nem ninguém nos podem roubar); por ela e não por esta mesquinha feira onde há liberdades, mas não existe liberdade. Foi por ela:

 

 

José Mário Branco em Eu vim de longe diz tudo o que há para dizer sobre o que nos aconteceu, o sol da esperança, o nevoeiro da incerteza, o gélido frio da desilusão. É um belo depoimento o que estes três cantores aqui nos deixam, a nós os que viemos de longe:

 

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