BELCANTO – Elisabeth Schwarzkopf – por Carla Romualdo e Carlos Loures

Elisabeth Schwarzkopf, uma das grandes sopranos de coloratura, nasceu em 1915, em Jarotschin, na Prússia (actualmente na Polónia) e morreu em 2006, durante o sono, na sua casa na Áustria. Celebrada intérprete de Mozart, Schubert e Strauss, Elisabeth Schwarzkopf teve uma carreira longa, tendo-se dedicado na, sua fase final, à interpretação de lieder. 

 

Estreou-se em Berlim, em 1938, e aí cantaria nos anos seguintes. Durante a II Guerra Mundial tornou-se membro do Partido Nazi, o que lhe valeria críticas acérrimas na Alemanha e a um boicote nos EUA durante vários anos.

 

Mas a sua voz aveludada e timbre cristalino conquistaram plateias em Itália, Inglaterra, e, por fim, também os americanos se lhe renderam. Despediu-se dos palcos em 1971 e dedicou-se a partir de então às Master Classes, nomeadamente na prestigiada Julliard School, de Nova Iorque.

 

Em 1954, Elisabeth Schwarzkopf gravou as “Quatro Últimas Canções”, a derradeira obra de Richard Strauss, compositor alemão (1864-1949) autor do famoso poema sinfónico “Assim Falou Zaratustra”.


 

 

 

 

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