Até já

Ao romper da bela aurora teremos uma canção galega cantada por Mercedes Peon, após o que nos será servido um fumegante café – um poema de João Machado inspirado por um quadro de Dorindo Carvalho. Chegadas as 9 horas, teremos uma pequena agenda cultural.  Às 10, continuamos a falar do problema de Olivença, vem o diário de bordo e ao meio-dia, Raúl Iturra continua as suas recordações sobre o trabalho que fez com Paulo Freire, dois posts depois, vem a Manuela Degerine caminhando para Santiago de Compostela e os livros proibidos. Clara Castilho falar-nos-á de Maria Lamas. São 18 horas – o jardim de Augusta Clara abre os seus portões – a Francisca Aguiar estará à nossa espera para nos contar uma história. Depois… depois não dizemos mais nada. Deu-nos um ataque de gaguez, como aconteceu com o político entrevistado pelo Jô Soares:

 

 

 

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