Pentacórdio, quarta-feira, dia 27 de Junho … Por Rui Oliveira

 

 

   No mesmo Vinyl – Lado B, às 22h de Quarta 27 de Junho, actua o Tempus, um quarteto com raízes na música erudita e totalmente descomplexado na interpretação de temas de jazzpop world music que é constituído por dois violinos (Otto Pereira e António Jorge Nogueira), uma viola d’arco (Sandra Raposo) e um violoncelo (Carlos Costa).

 

   Também a 27 de Junho (Quarta), num Concerto Antena 2 no Instituto Superior de Economia e Gestão (ISEG), às 19h, o Quinteto Joana Espadinha (Joana Espadinha voz, Júlio Resende piano, João Firmino guitarra, Francisco Brito contrabaixo e Luís Candeias bateria) oferece um jazz mais lírico que foge do mainstream, com influências de rock e da música popular brasileira, revisitando clássicos de Chico Buarque e Milton Nascimento, entre outros.


   Ainda em 2010, assim cantava Joana Espadinha com João Firmino o tema “Sem Fantasia”de Chico Buarque: 

 

 

 

    Ainda nessa Quarta 27 de Junho, às 22h, na Igreja de St. George (ao Jardim da Estrela), a cantora americana pop Julia Holter vem pela primeira vez a Portugal, cerca de um ano após a edição do álbum “Tragedy”, considerado como “um dos capítulos mais intrigantes da feitura popcontemporânea”. Contudo, o seu mais recente “Ekstasis”  tem revelado todo “um lado de luminosidade impressionista até então mais resguardado, por opção e atraente para quem a escuta, não tanto pela paisagem espectral definida anteriormente, mas pelo exotismo esotérico das suas canções ilustradas por referências possíveis a Laurie Anderson ou Kate Bush” (dizem os críticos).   

 

     

      Mostramos-lhe deste último “Our Sorrows”

 

 

 

 

 

 

    Assim já na Quarta 27 de Junho, às 21h, na Sala Principal do São Luiz Teatro Municipal, estreia “Íntima Farsa”, uma ópera com libreto de JP Simões, música de JP Simões (ex-lider dos Belle Chase Hotel) e Marco Franco, com direcção musical de Marco Franco, encenação e espaço cénico de Victor Hugo Pontes.

 

  

    A interpretação é de Joana Manuel, JP Simões, Manuel Mesquita,  Carla Galvão (Sílvia Filipe) com os músicos João Hasselberg, Marco Franco, Sérgio Costa e Tomás Pimentel. O espectáculo permanece em cena até dia 30.

 

   

   Como sinopse diríamos: “ Em plena crise de meia-idade, agravada pela morte da mãe, João, um escritor bem sucedido mas permanentemente insatisfeito, começa a frequentar um psicanalista e a expor, aos poucos, tudo o que de frustração, delírios, compulsões e raivas se foi acumulando na sua agastada máquina de existir. Os seus sonhos e as suas narrativas sobre as experiências conjugais que foi vivendo vão sendo representados em forma de um musical tragicómico. Entretanto, numa espécie de documentário televisivo, fala-se de um brutal assassinato que espantou a comunidade”.

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