Os tempos de crise servem para reavivar memórias, recordar marcos imperecíveis da História Cultural da Humanidade e são fonte de novas criações.
As guerras do Vietnam em que os miseráveis e paupérrimos camponeses Asiáticos derrotaram o colonialismo Francês e humilharam o imperialismo Norte- Americano provocaram o ressurgimento do movimento pacifista de Bertrand Russel e acalentaram a luta pelos direitos humano de Luther King.
E ficou célebre a palavra de ordem “ Make love, not war!” – façam amor e não a guerra!
Mais recentemente com a invasão do Iraque – em que o presidente Bush colocou os Estados Unidos num atoleiro suicida – um movimento feminista Norte-Americano sugeriu a montagem internacional de “Lisístrata” de Aristófanes, a que A BARRACA aderiu.
Nessa peça, o dramaturgo e sátiro Grego inventa (ou cita?), a luta das mulheres contra a guerra decretando a “greve do sexo”. E a história tem um fim duplamente feliz : terminam as hostilidades fratricidas do povo Grego e reencontram-se ou aparecem novas paixões.
Esperemos que terminem todas as guerras que envenenam o planeta.
E sem que seja necessário recorrer a medida tão radical…

