Um Café na Internet
Praia, vento, o papagaio rasgou-se, partiram-se as varetas. Corriam as lágrimas pela cara do Joãozinho. Não podíamos ficar assim.
– Já sei!
– O quê, pai, o quê?
– Tu é que vais ser o papagaio. Abre bem os braços. Assim! Agora tira o pirolito cá para fora!
– Para quê, pai?
– Para poderes voar é preciso amarrar-te a guita na gaita.
Rebolou-se na areia, a rir. Soluçou a-gui-ta-na-gai-gai-ta. Chorava de rir. Mas convidou-me ainda:


