Posts Tagged: literatura portuguesa

A BARRACA – HÉLDER MATEUS DA COSTA – ÚLTIMO ENCONTRO IMAGINÁRIO de 2019 – participação da sociedade civil – com SOPHIA DE MELLO BREYNER, MODERADOR e JORGE DE SENA – HOJE, SEGUNDA-FEIRA, 16 de DEZEMBRO, às 21.30

  Debates entre personagens marcantes da HISTÓRIA UNIVERSALPARTICIPAÇÃO DA SOCIEDADE CIVIL Sophia de Mello Breyner Andresen (Porto, 6 de novembro de 1919 — Lisboa, 2 de Julho de 2004) foi uma das mais importantes poetisas portuguesas do século XX. Foi a primeira mulher portuguesa a receber o mais importante galardão literário da língua portuguesa,

HANS, O MARINHEIRO, CANTA PARA ANTÓNIO BALDUÍNO – por João Machado

    Jorge Amado concluiu Jubiabá em 1935. Lendo-o, acompanhamos António Balduíno na sua caminhada desde o  Morro do Capa Negro, do pai de santo Jubiabá, passando pela Rua Chile e pela Lanterna dos Afogados. Desde menino que Baldo sonha com

RAUL BRANDÃO, UM “RASTO VISÍVEL” NA LITERATURA PORTUGUESA DO SÉCULO XX – II – por Carlos Loures

(conclusão) Falemos então deste escritor forjado não só pela sua grande sensibilidade como também pela sua experiência de vida – a escolar, a jornalística, a militar… A obra de todos os escritores é sempre, de uma ou de outra forma,

RAUL BRANDÃO, UM “RASTO VISÍVEL” NA LITERATURA PORTUGUESA DO SÉCULO XX – I – por Carlos Loures

  É muito difícil encontrar um escritor português cuja obra, como a de Raul Brandão, tenha influenciado de forma tão evidente a escrita de tantos outros escritores das gerações e das escolas literárias que à sua se seguiram. A matriz positivista

«CANTAR DE AMIGO» – EM MEMÓRIA DE SÍLVIO CASTRO* – por Carlos Loures

Pois, caro sílvio, esta língua em que falamos (disse-o bernardo com o acordo do fernando),  é pátria onde cabe a primavera num sintagma, e a fronteira que sonhamos estar por perto e nos separa do território incerto onde por vezes

L’Amor en la mirada… de Luis Vas de Camões (i III)

El qui es vanti, senyora, de lloar-vos El qui es vanti, senyora, de lloar-vos amb mortal saviesa, i no divina, resultarà de tan gran culpa digne com gran esdeveniu en contemplar-vos. Que ningú no pretengui llaor dar-vos, malgrat ser cosa

L’Amor en la mirada… de Luis Vas de Camões (II)

Qui podrà lliure ser, gentil senyora Qui podrà lliure ser, gentil senyora, contemplant-vos amb ànim reposat si l’Infant que dels ulls ha estat privat dins les ninetes dels vostres ulls mora? Allí mana, allí regna, allí enamora, i viu allí

L’Amor en la mirada… de Luis Vas de Camões (I)

Si tan gran és la pena que mereixo Si tan gran és la pena que mereixo pel fet d’haver sofert tantes dureses, proveu, senyora, en mi vostres crueses, que l’ànima retuda us ofereixo. Proveu en ella, si així sou servida,

REACÇÃO CONTRA O CULTISMO E O CONCEPTISMO, por João Machado

  Este texto foi publicado a primeira vez no Estrolabio, no VerbArte, em 23 de Março de 2011 Este ano comemora-se o centenário do nascimento de vários vultos do neo-realismo. Umas terão mais destaque, como Alves Redol e Manuel da

OS MEUS DOMINGOS – FALTA DE JUÍZO DO ANO – por ANDRÉ BRUN

IV Para vos dar uma ideia da falta de medida que em tudo se nota e do desbarato que vai por essa Lisboa, dir-lhes-ei que, à hora do almoço, veio ontem sentar-se num restaurante, a uma mesa pegada à minha,

OS MEUS DOMINGOS – FALTA DE JUÍZO DO ANO – por ANDRÉ BRUN

II Quando 1922, cumprida a sua missão sobre a Terra, regressar à oficina onde o Tempo fabrica os séculos, antes que o velho marido da Eternidade o mande recolher ao armazém onde se guardam os anos em segunda mão, não

OS MEUS DOMINGOS – FALTA DE JUÍZO DO ANO – por ANDRÉ BRUN

I Antes que S. Silvestre, o simpático patrono de todos os retardatários, dos que vão na plataforma dos carros, dos que compram bilhetes nos contratadores, dos meninos tirados a ferros, de todos, enfim, que por uma coisa de nada iam

OS MEUS DOMINGOS – BREVES DESCONSIDERAÇÕES SOBRE O PERU – por ANDRÉ BRUN

Um Café na Internet II Não querem que embirre com o peru? Pois oiçam esta esta história. Em Dezembro do ano passado, encontrei-me, sem saber como, no deserto. Não lhes posso dizer se era o do Sahara, porque as ruas