LA BOHÉME, DE PUCCINI, PREENCHE O SERÃO

Estamos a apresentar algumas óperas do grande compositor italiano Giacomo Puccini (1858-1924) – depois de Tosca e Turandot, na próxima sessão, será a vez de La bohéme. Madama Butterfly será exibida numa das próximas noites. Árias houve que, ganharam vida própria: “Che gelida manina” de La bohème e “Nessun dorma” de Turandot, para não falar em “E lucevan le stelle”, de Tosca. São trauteadas por quem nem sabe a que ópera pertencem ou quem foi o seu autor.Tansformaram -se em melodias populares. Puccini é talvez o compositor mais representativo do pós- romantismo, do chamado verismo. Porém, classificações aparte, a sua música é de uma beleza ímpar. Os cantoresAngela  Gheorghiu, Roberto Alagna, Franck Ferrari, o maestro Jesus López Cobos, vão proporcionar-nos um excelente serão.

À UMA DA MANHÃ – LA BOHÉME, DE PUCCINI

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