UM CHÁ PARA ALICE – EXPOSIÇÃO NA FUNDAÇÃO GULBENKIAN por clara castilho

Um Chá para Alice , na sala de Exposições Temporárias (piso 01),  podemos ver uma centena de originais de alguns dos melhores ilustradores contemporâneos – 21 autores de 15 países, à volta do emblemático episódio do chá do Chapeleiro Maluco e da Lebre de Março que inspirou ilustrações tão diversas quantos os autores presentes, e que serão mostradas em mesas desenhadas para o efeito. Serão, ao todo, 21 mesas – uma por cada ilustrador – com formas e alturas distintas, formando uma espécie de lagarta louca, onde todas ilustrações estarão expostas.

Propõe mostrar várias representações visuais contemporâneas deste conto, que teve como primeiro ilustrador o próprio Lewis Carroll, que encheu o manuscrito original de desenhos. A partir daí, sucederam-se as mais diversas ilustrações até aos nossos dias. Algumas das mais notáveis podem ser agora vistas na Fundação até 10 de Fevereiro.

A mostra foi estreada este verão no Story Museum, em Oxford, cidade  onde há 150 anos  nasceu o livro, hoje traduzido para mais de uma centena de idiomas.

Propõe mostrar várias representações visuais contemporâneas deste conto, que teve como primeiro ilustrador o próprio Lewis Carroll, que encheu o manuscrito original de desenhos. A partir daí, sucederam-se as mais diversas ilustrações até aos nossos dias. Algumas das mais notáveis podem ser agora vistas na Fundação até 10 de Fevereiro.

 

 John Tenniel

A mostra foi estreada este verão no Story Museum, em Oxford, cidade  onde há 150 anos  nasceu o livro, hoje traduzido para mais de uma centena de idiomas.

A propósito desta história disse João dos Santos no programa radiofónico  SE NÃO SABE PORQUE É QUE PERGUNTA :

É uma história cheia de malícia e de coisas sub-entendidas que crescem e encolhem e se excitam e deixam de se excitar. Mas são meios que ajudam a criança a sonhar, a sonhar acordadas e a sonhar a dormir, a resolver problemas pelo imaginar e pelo raciocinar.

Lembro uma edição deliciosa da obra completa da “Alice no país das maravilhas” com tradução, notas e posfácio de Manuel João Gomes. Uma preciosidade para guardar.

 

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