A Liberdade, a cultura, a democracia e a justiça social são as nossas paixões.
depois dos portugueses José de Almada Negreiros, Manoel de Oliveira, Agostinho da Silva, Eduardo Lourenço, do cabo-verdiano Eugénio Tavares, da grande escritora brasileira Clarice Lispector, chegou a vez de Ruy Barbosa. Do grande Ruy Barbosa. Como já explicámos, não existe outro critério para a escolha dos homenageados que não seja o de exprimirem o seu pensamento em língua portuguesa. Não usamos qualquer tipo de ordenação e o facto de os homenageados estarem ou não vivos é irrelevante para a nossa escolha – o pensamento das personalidades, estejam elas ou não vivas fisicamente, permanece vivo, actual e, sobretudo, actuante. E foi Ruy Barbosa quem disse que a morte não extingue, transforma; não aniquila, renova; não divorcia, aproxima. É uma frase que os brasileiros já ouviram e leram muitas vezes, mas que para muitos dos demais falantes do nosso idioma, é uma novidade.