CRIMINALIDADE: O FRACASSO DO REGIME DE HUGO CHÁVEZ – por Octopus

A criminalidade na   Venezuela, com uma das taxas mais altas do mundo, sempre foi o tendão de   Aquiles do regime de Hugo Chávez. Escondido durante muitos anos, o facto é   que o regime sempre foi confrontado com uma elevada taxa de homicídios. 

O incómodo vizinho da   Colômbia e o combatido tráfico de droga, que sempre existiu, não foi   controlado. Na Venezuela, com a desculpa da desigualdade social, temos um   homicídio em cada meia hora.

Apesar da diminuição   das desigualdades sociais na Venezuela, a insegurança continua a ser um dos   principais problemas. A partir das 8 horas da noite, poucos são os que param   no semáforos vermelhos em Caracas com medo de serem assaltados.

Fala-se em 50   homicídios, por ano, por 100 000 habitantes, talvez mais tendo em conta que   se considerar-mos que só na aglomeração de Caracas, esse número pode atingir   os 120 homicídios por 100 000 habitantes. Por comparação em Portugal, essa   taxa é ligeiramente superior a 1 homicídios por 100 000 habitantes.

A título de   comparação, no México, onde existe uma guerra entre gangues para o controlo   do tráfico de droga, a taxa é de 15 homicídios por 100 000 habitantes.   Caracas tornou-se assim a capital mais perigosa da América Latina.

A aposta na redução   das desigualdades, que Chávez conseguiu durante este anos todos, não foi   suficiente para controlar a violência que tem vindo a crescer na Venezuela.   Várias medidas foram tomadas recentemente, como o controlo da venda de armas   ou reforço policial.

A maioria dos delinquentes   são jovens entre 12 e 15 anos de idades. Porte de armas ilegais, abuso de   álcool, tráfico de droga, diminuição das detenções, corrupção nas forças da   ordem e ineficácia dos tribunais são apontados como fonte do problema.

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1 Comment

  1. É preciso referir, sem prejuízo do acima referido, que Capriles é o Governador do Estado de Miranda, capital do Estado e da Venezuela. Aquele Estado nunca foi governado por chavistas.
    Para que conste.

    João Pedro

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