À UMA HORA, NA SESSÃO DA NOITE, «NOSFERATU, UMA SINFONIA DE HORRORES», DE F.W. MURNAU

Friedrich Wilhelm Murnau (1888-1931), mais conhecido por F. W. Murnau, foi um importante realizador do cinema expressionista  alemão e como outros cineastas europeus de que temos vindo a falar, emigrou para os Estados Unidos. Foi, aliás, dos primeiros, pois saiu da Alemanha em 1926. Tecnicamente, o expressionismo foi um dos pilares do cinema negro e Murnau, mestre na criação de ambientes de terror, mostrou o caminho para a construção dos thrillers hollyoodescos. O filme que vamos mostrar, realizado em 1922, é uma relíquia – Nosferatu, Eine Symphonie Des Grauens – Nosferatu, uma sinfonia de horrores – foi uma adaptação do próprio Murnau da novela Dracula, de Bram Stoker. É o filme mais conhecido de Murnau.

NA PRÓXIMA SESSÃO DA NOITE, PERCA O SONO COM NOSFERATU

Friedrich Wilhelm Murnau, ou simplesmente F. W. Murnau, nascido Friedrich Wilhelm Plumpe (Bielefeld, 28 de dezembro de 1888 — Santa Barbara, 11 de março de 1931), foi um dos mais importantes realizadores do cinema mudo, do cinema expressionista alemão e do movimento Kammerspiel. Nosferatu, Eine Symphonie des Grauens (Nosferatu, Uma Sinfonia de Horrores), de 1922, uma adaptação pessoal da novela Dracula, de Bram Stoker, é o filme mais conhecido da sua obra (em boa parte perdida) juntamente com Der letzte Mann, de 1924 e Faust (PT: Fausto) de 1926. Em 1926, emigrou para Hollywood, onde antes de morrer realizaria o aclamado Sunrise (PT: Aurora) de 1927. O seu último filme Tabu (co-realização com Robert Flaherty) foi filmado nos mares do sul, longe dos grandes estúdios e estreado postumamente. É considerado hoje em dia um filme de culto e marca uma quebra com a estética dos seus filmes anteriores.

[editar] Filmografia

[editar] Produções Alemãs

[editar] Produções Americanas

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