Estreia-se com “Aparições” (1867), na esteira de Lamartine, depois do que publicou “Radiações da Noite” (1871), livro saudado por Antero como início de inspiração social, o que veio a confirmar-se com “A Alma Nova” (1874), volume cujo primeiro título terá sido “Poesia da Revolução”. Foi um dos promotores das “conferências do Casino Lisbonense”. Notável cronista, colabora com Rafael Bordalo Pinheiro no “António Maria” (1879) e depois no “Álbum das Glórias” (1880), aqui com o pseudónimo de João Rialto.