Parece que não. É o que nos comprova o livro “OLÁ, CONSCIÊNCIA! – UMA VIAGEM PELA FILOSOFIA”, de Mendo Henriques e Nazaré Barros, editado pela Objectiva.
Do seu site : www.olaconsciencia.com podemos ter a seguinte informação:
Olá, Consciência! é um convite a uma viagem apaixonante pelo mundo da filosofia. De leitura viva e acessível, com uma apresentação inovadora que conjuga rigor e linguagem atraente, esta obra de introdução à filosofia distingue-se das demais porque parte das experiências quotidianas para explicar conceitos filosóficos e mostrar como a vida faz mais sentido se for vista à luz da filosofia. Mendo Henriques e Nazaré Barros trazem de novo a filosofia à praça pública — onde ela nasceu — e introduzem os leitores no mundo da consciência como chave de compreensão do que nos rodeia, na ciência e na política, na arte e na religião, na economia e na metafísica, na comunicação e na ética.
Olá, Consciência! destina-se a todos os que não se conformam com a norma instituída, com o politicamente correto, com a superficialidade e o comodismo do pensamento único. Porque a filosofia é de todos os que ousam pensar por si próprios.
Retiramos do livro: “O querer compreender, seja um enigma ou um teorema, nasce com a criança que se espanta e coloca perguntas.”
Depois de um longo percurso, num “ponto de chegada” afirmam: Laços fortes e invisíveis ligam a humanidade universal, aproximando-nos dos outros e leva-nos a trata-los por tu. Na relação é que nos construímos como pessoas, nos religamos aos outros e ao mundo, em todas as suas dimensões. Reconhecemos a humanidade quando lhe queremos bem. (…) Num abraço podemos acolher o outro e o mundo. Sem medo. É sem medo que temos de pensar, temos de viver e agir. Toda a história é feita dos que ousam pensar por si próprios.(…) Vale a pena interrogar. Vale a pena não desistir da paixão de querer saber e da aventura de reconhecer. Os criadores não têm medo. Constroem pontes, estrelas e jardins que são encontros. O jardim tem raízes. As raízes invisíveis ligam-nos uns aos outros pelo afeto, pelo respeito e porque só somos com os outros e pelos outros. Nos jogos da humanidade, o carácter vale mais do que as medalhas. Com os outros tornamo-nos melhores e apenas em conjunto podemos festejar, partilhar a alegria de ser e de estarmos juntos. É preciso fazer a festa. A festa da humanidade”.
Que mais se pode dizer?


