“Un únic diputat que exigeixi en aquesta cambra un canvi de llengua al català, també s’ha de canviar de llengua a la cambra sencera. Així que, amb la vènia, parlaré en català.”
Assim se dirigiu ao Congresso de Deputados de Madrid, Joan Tardà, representante da Esquerra Republicana de Catalunya, trazendo àquele hemiciclo a polémica sobre a última decisão judicial contra a imersão linguística nas escolas da Catalunha.
O deputada da ERC reinvindicou o uso do catalão no parlamento espanhol por analogia com a argumentação judicial segundo a qual a exigência dos pais dum único aluno para que o seu filho tenha aulas em castelhano na Catalunha deve ser obedecida tornando-a extensiva a todos os alunos da sua aula.
Joan Tardà quis falar em catalão. Após três advertências, o presidente da câmara expulsou-o da tribuna. Tardà tinha iniciado o seu discurso com as palavras transcritas na abertura.


“Damo-vos toda a liberdade… desde que falem como nós.”
Toda a liberdade, não. Dão uma autonomia (aka autoanemia) com o “compromisso” de não pedirmos mais.
Toda… a de se dizer o que eles dizem, como eles dizem.