Desde 1828, uma guerra que começara por uma sucessão de escaramuças, levantamentos, sublevações localizadas de unidades militares, lavrava em Portugal, Enfrentavam-se duas concepções, duas formas de interpretar o poder real – uma personificada por Pedro IV, preconizava o respeito pela Carta Constitucional, defendendo valores que ecoavam na mente dos povos desde o estrondo de 1789; Miguel I, seu irmão mais novo, encabeçava a facção da nobreza que assentava no poder absoluto do rei. A Igreja apoiava o absolutismo e os párocos gritavam dos púlpitos o discurso miguelista, De uma forma geral, a classe intelectual estava pelos cartistas.

oi que treta
que treta quem escreveu isto e marisa gaspar
Boa noite, Marisa Gaspar. Poderá informar-nos porque razão, ou razões, considera este post uma treta?