A Conferência Mundial sobre o Trabalho Infantil, realizada em Haia, em 2010, tomou como meta a eliminação das piores formas de trabalho infantil, até ao ano de 2016.
O relatório agora apresentado avalia o papel da protecção social nesta luta. Entre 2000 e 2008, o número de crianças trabalhadoras no mundo desceu para perto de 30 milhões. Apesar deste progresso, calcula-se que ao chegar a 2016, ainda existam 215 milhões de crianças nestas situações, em que certa de metade esteja exercendo trabalhos perigosos.
Estes números sublinham a amplitude dos desafios com os quais a comunidade mundial ainda se confronta. Mas, consideram os autores do relatório, apontam uma mensagem de esperança: os progressos na luta contra o trabalho infantil não só são possíveis como são uma realidade.

