UM ARGONAUTA POR SEMANA – François Morin

François Morin, nasceu em 1945, é professor emérito de Ciências Económicas na Universidade de Toulouse. Foi membro do Conselho Geral do Banco de França e do Conselho de Análise Económica (CAE) junto do Primeiro-Ministro e Membro da Comissão de Regulação da Energia.Imagem1

Autor de duas obras ligadas à problemática da crise: Le nouveau mur de l’argent : essai sur la finance globalisée, Editions du Seuil, 2006 . Un monde sans Wall Street, Editions du Seuil, février 2011. nunca será demais referir Le nouveau mur de l’argent como uma obra excepcional onde se analisa os mecanismos da desregulação que anos mais tarde conduziram à crise financeira, a crise de agora.

Na carta em que aceitava o convite para colaborar no nosso blogue dizia:

“La situation est extrêmement grave en effet. Nous sommes sur le point d’assister à une débâcle financière de première ampleur en Europe. Les conséquences en termes de croissance et d’emplois risquent d’être vraiment catastrophiques. Sans compter les dérives politiques de type fascisante.

Il est donc important de poser enfin un véritable diagnostic de cette crise pour mettre en face des propositions enfin crédibles. Quel homme ou quelle femme politique aura ce courage ? En attendant, la solution passe par une mobilisation croissante des peuples et des citoyens pour dénoncer la folie qui s’est emparée de la finance globale.” (1)

Estas palavras dizem muito sobre este novo argonauta.

Soyez le bienvenu.

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1 – Com efeito, a situação é extremamente grave. Estamos prestes a assistir a uma derrocada financeira de primeira magnitude na Europa. As consequências em termos de crescimento e de emprego, poderão ser verdadeiramente catastróficas. Não contando com as derivas políticas de tipo fascizante.

Portanto, torna-se importante colocar finalmente um verdadeiro diagnóstico desta crise, pondo sobre a mesa propostas credíveis. Que político ou política terão coragem para tal? Entretanto, a solução passa por uma crescente mobilização dos povos e dos cidadãos para denunciar a loucura que se apoderou da finança global.

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