Autorde um famoso “Diário”, onde inscreveu a sua experiência pedagógica como professor do ensino técnico. Conhecido como o poeta da Arrábida, publicou: “Serra-Mãe” (1945), “Cabo da Boa Esperança” (1947), “Campo Aberto” (1951). “Pelo Sonho é que vamos” (1953) foi publicado postumamente.