A PARTIR DE AMANHÃ, TODOS OS DIAS ÀS 15 HORAS, FALAREMOS SOBRE A MORNA

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Temos dito que A Viagem dos Argonautas apoia a classificação pela UNESCO da morna como património imaterial da Humanidade. Como pode um humilde blogue apoiar uma campanha desta natureza? – Só pode fazer uma coisa – junto do universo dos seus visitantes defender o projecto e ir noticiando o que sobre o assunto for ocorrendo. O argonauta Dorindo Carvalho, um grande pintor e um gráfico de excelência, concebeu o logótipo que mostraamos acima. Todos os dias, até que a morna se vá juntar ao tango e ao fado como património imaterial da Humanidade, sob este logótipo falaremos da morna e iremos inserindo vídeos que demonstram a beleza da morna. Convidamos colaboradores e visitantes a escreverem as suas opiniões sobre a canção nacional cabo-verdiana.

O Governo de Cabo Verde aprovou uma resolução que classifica a “morna” como Património Histórico e Cultural Nacional, primeiro passo para tornar o principal género musical cabo-verdiano como Património Imaterial da Humanidade. A decisão foi anunciada pelo porta-voz do Conselho de Ministros, Jorge Tolentino. O Ministério da Cultura está a ultimar uma Comissão Nacional para preparar o dossiê e actuar junto da UNESCO. O diploma foi aprovado no Conselho de Ministros e atribui o estatuto ao género musical, tendo em conta o ponto de vista “histórico e cultural” na vida dos cabo-verdianos. O objectivo é, após o reconhecimento da “morna” como património nacional, avançar para todo um trabalho para que a UNESCO a reconheça como património da humanidade”, explicou Jorge Tolentino, atribuindo à cantora cabo-verdiana Celina Pereira a “maternidade” da ideia.  Segundo o também ministro da Defesa cabo-verdiano, o diploma entrará em vigor imediatamente após a publicação da resolução no Boletim Oficial, o que deverá acontecer, disse, na próxima segunda-feira. Além da “morna”, o Ministério da Cultura cabo-verdiano, tutelado pelo músico, compositor e escritor Mário Lúcio, está a ponderar elevar os outros géneros musicais do arquipélago – tabanka, batuque e funaná, entre outros – também a património nacional.

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