A Liberdade, a cultura, a democracia e a justiça social são as nossas paixões.
João César das Neves, em artigo esta semana publicado no Diário de Notícias (A cortina e o espelho), fez um exercício tipo Ensaio sobre a cegueira e criou uma situação ficcional em que todos os políticos portugueses morrem misteriosamente na manhã de 1 de Agosto de 2013, realizando o sonho de muitos portugueses: subitamente, sem se conhecer a causa, morrem todos os políticos, é extinta a troika e até Angela Merkel se demite. E acrescenta que “nesta hecatombe morreram igualmente muitos analistas políticos e até directores de informação”, mas o Presidente Cavaco Silva e o comentador Marcelo Rebelo de Sousa sobreviveram, tendo ficado, contudo, “sem explicações ou conjecturas”.
São muitos são. Só que não o dizem em publico por causa de juizos de valor idiotas. Quem me destruiu a vida, quem me destruiu o futuro, merece morrer. Lixem-se as religiões e outros moralismos ridiculos. Desejo a morte aos politicos culpados da minha dor brutal. MORTE dolorosa. Desejo-lhes ardentemente o pior.