EDITORIAL – 191 ANOS DE INDEPENDÊNCIA

Imagem2O presente 7 de setembro de 2013 é aquele do 191° aniversário da Independência do Brasil. Nos seus grandes números fica traduzida a importância de um evento que soube atravessar uma ampla história e chegar a um ponto de interesse, o atual, não só para os 200 milhões de brasileiros, mas igualmente para toda a Comunidade internacional.

O percurso desses 191 anos, longo nas suas dimensões materiais, ainda que curto se visto em confronto com o tempo histórico em geral, teve um momento de particular exaltação em 1922 quando das grandes comemorações do I Centenário. Isto, desde já, nos permite equacionar a importância que terá a chegada do 7 de setembro de 2022 quando certamente o Brasil saberá mostrar como progrediu no conserto das nações ao ponto de apresentar-se hoje como uma das maiores potências mundiais e possível modelo para outras comunidades civis que aspiram, como acontece com a brasileira, com a paz e o desenvolvimento econômico equamente distribuído, sem qualquer restrição à justiça social, à liberdade dos povos e ao equilíbrio entre as mais diversas forças que guiam os destinos controvertidos da humanidade.

Hoje o Brasil é uma grande potência na variedade de suas conquistas sócio-políticas posteriores ao deplorável episódio político de 1964 que, em verdade, teve a sua verdadeira conclusão somente em 1989,

Com o retorno às eleições diretas para a Presidência da República. A partir de então os brasileiros viram o seu país finalmente enveredar por uma trilha de progresso continuado e coerente.

Naturalmente, ao lado dos políticos que souberam captar o  melhor significado dos novos tempos, o mérito maior de tais conquistas vai dado à comunidade civil brasileira. A tenácia e o melhor significado de incansável modernização da mesma conduziu o País a uma progressão político-econômico e cultural quase incontida.

O Brasil vem sempre tomado com expontânea simpatia pela coerência de sua história cultural. Uma cultura sempre presa às mais profundas relações entre o seu passado colonial e a tradição melhor daí derivada. De uma tal tomada de consciência comportamental, a sociedade brasileira soube no decorrer de seus poucos séculos de existência fazer-se uma dimensão concreta, coerente.

O encontro entre tomada de consciência do passado e exaltação da tradição, a paritr de 1822, conduz o País a um constante sistema de modernização. Lentamentemente, mas com constância, tal desenvolvimento continua por todo o século XIX e penetra naquele XX°.

Com as festas do I Centenário da Independência, o Brasil viu-se envolvido igualmente com o nascimento de sua modernidade. Desde então, modernização e modernidade se conjugaram como valores unidos, ainda que em estágios os mais diversos possíveis. Isto porque, ao desenvolvimento cultural correspondia um desenvolvimento sócio-econômico lento. Era o Brasil do futuro, slogan que entretanto traduzia igualmente certezas.

Por logo tempo o Brasil foi somente o País do futuro. A partir de determinado momento de sua história política, isto com a última década do Novecentos, muitas novas forças progressistas se organizam para uma nova forma de progressso e para uma modernidade mais acentuada em valores, que não somente aquele cultural. Trata-se do período em que a vigorosa política diplomática brasileira salentou-se particularmente, mostrando que o País estava tomando rumos desconhecidos. Estes se afirmam, em particular, com o novo Milênio. Depois das modificasções político-administrativas intruduzidas com os governos que vão de 2002 a 2010 tais afirmações se fazem programáticas. O Brasil entra numa fase revolucionária, na qual até mesmo determinada corrupção política, sempre presente, vem convenientemente sufocada. Começa então o surgimento da potência internacional, fortalecida pela descoberta de novas fontes de petróleo que colocarão o Brasil nos próximos anos 5 anos entre os maiores produtores e exportadores da matéria-prima energética, bem como fazendo ainda mais da Petrobrás uma das miores multi-nacionais ativas no mercado internacional. Ao lado de tudo isso, as particulares relações econômicas com a China, fruidora de matéria-prima brasileira, elevam igualmente o nível sócio-econômico da comunidade civil nacional.

Porém, tal progresso não só de positivo apresenta. Existem igualmente velados perigos de mudanças da realidade brasileira, entre as quais podemos salientar aquela de um maior consumismo interno, muito perigoso pela presença do hiper-quotdado Real, de um liderança excessi vamente como protagonista no Mercosul, bem como do surgimento de um espírito colonialista que não pertence à cultura do Brasil, agora não mais tão somente o País do futuro, mas a Estrela do Sul.

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