Cesário Verde continua a publicar poemas no Diário de Notícias, no Diário da Tarde e n’ATribuna (ambos do Porto) no Mosaico e n’AEvolução (estes de Coimbra). O seu implícito republicanismo provoca um violento ataque do monárquico Diário Ilustrado. Cesário responde em verso:
(…)
Na praça, de manhã, havia, ó rei brutal!
Montões de sordidez horrível e avinhada…
– Nascera o Ilustrado– um vómito real!
Contudo, a inexistência de retórica nos seus versos, leva um tal Juvenal Pigmeu a publicar n’A Tribuna do Povo um artigo insultuoso. Cesário desafia-o para um duelo e o ridículo vem à tona: Juvenal Pigmeu é pseudónimo de Angelina Vidal, pedagoga e ativista republicana…
Atacado por monárquicos e republicanos, singularidade, Cesário plantado para além do tempo que lhe cabe viver agora…