O mundo continua a ser um palco sem limites para descobertas. Mas para encontrar o que ainda está para vir é preciso enfrentar resistências, remover obstáculos, acreditar que o impossível é possível mesmo que outros pensem o contrário, ser capaz de deixar de batalhar por organizações que estão à beira de fracassar e partir para outras situações mais favoráveis e onde haja lugar para crescer.
Para encontrar novos caminhos, é preciso evitar trilhar os velhos e ser capaz de criar rumos diferentes para chegar a onde outros ainda não chegaram. Para isso é preciso ter presente que a resistência ao novo e a tendência para a reformulação do estabelecido são sintomas de estagnação, que necessitam de ser identificados para poderem ser ultrapassados. Na maior parte dos caso já não se pode acrescentar nada ao que ficou para traz.
Para crescer é preciso evitar o gripar das máquinas, e haver um elevado empenho das pessoas. Se isso não acontecer tem que se partir do zero, criar novas equipas, ainda que possam ser integradas por alguns elementos das equipas anteriores. Transformar o processo de inovação numa rotina que apoia o que é potencialmente vencedor, e deixa cair os perdedores. Por isso os estrategas empresariais têm que manter a aceleração, ainda que seja para criar ruturas em organizações que já não funcionam ou que o mercado já não procura.
Em vez de continuar agarrado a velhos paradigmas, ou aos sucessos do passado, o empreendedor tem que estar pronto para avançar, disponível para cometer erros, desafiar as convenções, assumir riscos, aceitar cada vez mais desafios, contornar as regras, mover-se nas margens e empurrar cada vez mais para a frente, até conseguir o que deseja.
Definir uma nova visão, porque ela ajuda a concretizar metas e permite visualizar com antecipação o êxito. Ao desenhar-se uma visão, assume-se um compromisso e define-se uma meta para a qual todos os esforços devem convergir para que seja alcançada em primeiro lugar, porque o segundo não ganha medalhas iguais às do primeiro.
É preciso não esquecer que a mudança paradigmática se faz contra as experiências e as crenças normais e que quando se tentam abalar as crenças, sofrem-se reveses, mas se os propósitos que as tentam demover forem autênticos, resistirão.
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Dear: OK! Assim que falar… H que abrir as janelas para respirar ar fresco …. E no nos deixarmos asfixiar… abrao, heitor