Selecção e tradução por Júlio Marques Mota
Henry Blodget | Parte V
(CONTINUAÇÃO)
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Lembremo-nos: Em 1930, eles ainda não sabiam o que era ” A Grande Depressão” 9/21
March 2, 1930: Loving The Volatility
“Um considerável comentário foi ultimamente feito quanto ao fato de que subidas ou descidas de 3 ou 4 pontos nos volumes de títulos são hoje em dia discutidas como não tendo nenhuma consequência; que Wall Street não ia realmente começar a interessar-se por isso a menos que ocorra um aumento ou queda à volta de 10 pontos.
Voltou a ser considerado na semana passada que a atitude predominante antes de 1927 para com as flutuações dos volumes de títulos reflectia expectativas muito mais modestas. Um aumento de 2 ou 3 pontos nos títulos foi considerado uma demonstração de muita força; um aumento de 5 pontos causava já muita emoção. Discutindo a razão para esta mudança de perspectiva, a ideia geral em Wall Street na semana passada foi que as flutuações excessivamente violentas que ocorreram quase diariamente durante 1928 e 1929 tinham acostumado o mercado a grandes variações diárias dos preços e que é sempre difícil a mudança de hábitos.
Source: New York Times
Compiled By Dan Alpert of Westwood Capital
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Lembremo-nos: Em 1930, eles ainda não sabiam o que era ” A Grande Depressão” 10/21
4 de Março de 1930: Aquela situação de 1929 não era um crash – Era exactamente uma oportunidade de compra!
“ De acordo com uma certa opinião o desagrado tardio no mercado de acções foi apenas uma pequena hesitação no grande movimento do mercado em grande alta. Um corretor que explicou esse ponto de vista a um dos seus clientes, ontem, recebeu a calorosa resposta: “graças aos céus, foi apenas uma pequena hesitação ”
Source: New York Times
Compiled By Dan Alpert of Westwood Capital
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Lembremo-nos: Em 1930, eles ainda não sabiam o que era ” A Grande Depressão” 11/21
6-7 de Março de 1930: Dinheiro mais fácil para estarmos certos de que a retoma continua
(6 de Março de 1930) “Os directores [a Administração] dos Banco da Inglaterra e do Federal Reserve Bank de Nova York irão realizar as suas reuniões semanais hoje e o interesse de ambos os lados do Atlântico está centrado na possibilidade de acção por cada instituição sobre as suas taxas de juro. Em Londres o open-market parece já ter antecipado uma queda na taxa, mas a posição da libra esterlina milita contra isso. Geralmente acredita-se que o Banco Britânico não deitará abaixo as suas taxas sem ter garantias de que o Reserve Bank de Nova York também as vai cortar.”
7 de Março de 1930) ” Um tal interesse na compra como o desenvolvimento na bolsa tal como foi ontem considerado traçou as taxas de juro para a liquidez adicional, com taxas que pelo menos para Wall Street, pareciam absurdamente baixas em função das condições que prevaleciam nesse tempo, há um ano atrás.”
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(continua)
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Para ler a Parte IV deste trabalho de Henry Blodget, publicada ontem em A Viagem dos Argonautas, vá a:


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