A Liberdade, a cultura, a democracia e a justiça social são as nossas paixões.
Nos capítulos anteriores – Em Abril de 2009, por conselho do seu cardiologista, um amigo das «guerras» académicas, António Amaral está de férias no Porto Santo. Recuamos até 1972. No distrito de Tete, Moçambique, tem lugar uma operação militar contra uma aldeia que, se pensa abrigar um líder da guerrilha. Enquanto António recorda os dias anteriores ao mórbido achado. Em Xuvalu, a aldeia-alvo da operação, as tropas especiais desencadeiam um ataque vioento e começam a massacrar toda a população, pois as ordens são paara não deixar ninguém vivo. No hotel, ao jantar, António e Cecília, sua mulher, são cumprimentados pelo pianista, que se lhes dirige. Em Xuvalu o massacre da população está em curso, um inferno de fogo e de sangue. Na praia, António analisa o corpo.