Foi um dos animadores do “Movimento dos Novos Intelectuais de Angola”. Colaborou em “Mensagem” (Luanda) , “Mensagem” (Casa dos Estudantes do Império), “Cultura-II”, “Jornal de Angola”, “Brado Africano” e “Notícias do Bloqueio”. Foi ministro da Educação, depois da independência, e presidente da UEA (União dos Escritores Angolanos). Publicou “Poemas” (CEI, 1961) e “Vôvô Bartolomeu” (1979). Como contista usou o pseudónimo Orlando Távora.