A Liberdade, a cultura, a democracia e a justiça social são as nossas paixões.
Um livro recentemente lançado por Luís Pereira de Sousa, ex-jornalista da televisão pública, embora sob a forma de ficção, anuncia-se como revelador de embustes e armadilhas veiculados por um meio cujo objectivo é, supõe-se, o de informar. Não lemos ainda o livro, mas é sintomático o facto de ter sido o autor a editar a obra. As grandes editoras concentram-se nas mãos de grupos económicos poderosos e são elas também extensões do polvo da intoxicação mediática. Pânico à Beira Mar, sabendo-se que «beira-mar» é uma alusão a Portugal, parece ser uma obra com interesse documental, para além do eventual valor literário que se exige a uma obra de ficção.