A Liberdade, a cultura, a democracia e a justiça social são as nossas paixões.
Era inevitável que, hoje, o meu GDH incidisse sobre Nelson Mandela. Até porque me orgulho de ser dos poucos portugueses que, não investidos em funções de Estado, tiveram o privilégio de o conhecer pessoalmente e de, em público, lhe dirigir uma saudação. Em 5 de Outubro de 1993, já depois da sua libertação e ainda antes de ser eleito presidente da República da África do Sul (RAS), visitava Portugal e, num almoço que lhe foi oferecido no Castelo de São Jorge pelo Movimento Português Contra o Apartheid, a que então presidia, coube-me a honra de, na mesa que com ele partilhava, o saudar. Guardo-o como momento inesquecível da minha vida pública.